sexta-feira, 15 de novembro de 2013
M5.5 - MENDOZA, ARGENTINA
Esse Terremoto, provavelmente sentido no Brasil, mas devido o horário acredito que poucas pessoas sentiram ou nem perceberam!!!
| Magnitude | 5.5 |
| Date-Time |
|
| Location | 32.653S 67.457W |
| Depth | 19 km |
| Distances |
|
terça-feira, 29 de outubro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Tremor no NE!!
Eitá que está tremendo no Nordeste
Até agora três tremores, nada comparado como os tremores ou melhor com os terremotos no Japão ou Chile por exemplo.
23/10 Craccho Cardoso - SE (foi sentido em várias cidades)
24/10 Sobral-CE
25/10 Pedra Preta-RN (Sentido em Natal)
Natal começa sentir mais os tremores, devido o crescimento do números de prédios, eles já tem uma oscilação própria que pode ser ampliada ou atenuada com o Tremor.
Abraços a todos
Até agora três tremores, nada comparado como os tremores ou melhor com os terremotos no Japão ou Chile por exemplo.
23/10 Craccho Cardoso - SE (foi sentido em várias cidades)
24/10 Sobral-CE
25/10 Pedra Preta-RN (Sentido em Natal)
Natal começa sentir mais os tremores, devido o crescimento do números de prédios, eles já tem uma oscilação própria que pode ser ampliada ou atenuada com o Tremor.
Abraços a todos
terça-feira, 24 de setembro de 2013
M7.4 - Paquistão
Fonte: USGS relatório preliminar
Magnitude 7.4
Dia-hora
24 Set 2013 11:29:49 UTC
24 Set 2013 16:29:49 Local
Localização 27.026N 65.521E
Profundidade 22 km
Distancias
69 km NNE de Awaran, Paquistão
118 km NW de Bela,
172 km S de Kharan,
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Trailer recria terremoto e radiação nuclear que aterrorizou o Japão
Filme já está disponível na internet!!
Mais segue mais informações do The Land of Hope
By: Mayara Maluceli (Copiado do Pipocamoderna )
Mais segue mais informações do The Land of Hope
By: Mayara Maluceli (Copiado do Pipocamoderna )
Foi divulgado o trailer britânico do drama japonês “The Land of Hope” (Kibô no kuni), dirigido pelo premiado cineasta Shion Sono (“O Pacto”). O vídeo apresenta a família Ono, que vive na zona rural durante um terremoto que desencadeia um desastre nuclear. Intenso, o trailer mostra a região devastada e a recusa dos moradores em abandonar o local, que é rapidamente cercado por militares em trajes anti-radiação.
A trama evoca o terremoto de março de 2011, que provocou explosões em três reatores da usina nuclear de Fukushima, liberando radiação em níveis preocupantes. A tragédia causou comoção mundial e criou cidades fantasmas, abandonadas pela população.
Exibido no Festival de Toronto no ano passado, “The Land of Hope” estreou em outubro no Japão e ainda não tem previsão de lançamento comercial nem nos EUA nem no Brasil.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Um espião no cerrado brasiliense
Mais um excelente texto do Professor Alberto Veloso.
ALBERTO
VELOSO
Geólogo e professor aposentado da UnB, trabalhou nas Nações Unidas e
é autor do livro O terremoto que mexeu com o Brasil
Geólogo e professor aposentado da UnB, trabalhou nas Nações Unidas e
é autor do livro O terremoto que mexeu com o Brasil
Publicação: 16/08/2013
04:00
As
recentes notícias da existência de um programa de espionagem
norte-americano sobre informações brasileiras me faz antecipar a
divulgação de uma curiosa história que integra um livro que ora
escrevo. Acredito ser também boa oportunidade para refletirmos sobre
a vulnerabilidade de nossa nação ante o vertiginoso progresso da
tecnologia da informação.
Eram os anos de 1980 e, dirigindo a Estação Sismológica da Universidade de Brasília, recebia diferentes visitantes, pois os terremotos atraem a curiosidade de muitas pessoas. Certa vez, apareceu um jovem diplomata estrangeiro se expressando em bom português — aqui ele será chamado de Mr. X. Fez perguntas sobre sismologia, interessou-se pelo sistema de registro e ouviu a reprodução sonora de um terremoto. Ao final, agradeceu e, como muitos, prometeu regressar. E voltou. Às vezes para dizer alô e outras para deixar revistas de seu país.
Um dia perguntou se havíamos registrado determinada explosão nuclear e, verificando os boletins, confirmei o fato. Em Brasília só detectávamos as mais potentes, mas indiretamente tínhamos os dados de todas as detonações, por meio de boletins fornecidos pelo Serviço Geológico Americano e distribuídos a vários centros de sismologia. Mr. X solicitou uma cópia daqueles dados e lhe dei, já que eram públicos e qualquer entidade que recebesse o boletim poderia utilizar e divulgar seu conteúdo. Nada havia de secreto, apenas teríamos de citar a fonte da informação. Mas confesso que fiquei intrigado com o pedido.
Naqueles anos, as principais potências nucleares procuravam negociar um tratado de limitação de testes nucleares, mas o horizonte continuava escuro e cheio de incertezas. O muro de Berlim permanecia em pé, os principais atores corriam para expandir seus arsenais e as explosões continuavam sacudindo as áreas de testes nos Estados Unidos e na União Soviética e, pouco menos, na China e na França.
Passado um tempo, Mr. X regressou. Desejava informações de outros dois ou três testes. Explicou que estava atendendo pedido de um professor pesquisador de seu país, que tinha dificuldades de conseguir tais dados — terremotos e explosões são as principais ferramentas que ajudam a conhecer o interior da Terra. Eu já havia visitado o país dele, conhecido cientistas e centros de pesquisas, observado coisas boas e ruins. Sua história soava fraca, mas poderia ser verdadeira. Acabei cedendo. Quando voltou a requisitar novas informações, educadamente neguei. Para mim, não estavam claros suas intenções e o destino dos dados. Acrescentei que a informação que ele buscava não era de forma nenhuma secreta, mas não seria eu a fornecê-la. Suas visitas findaram, mas a história não.
Um dia ele ligou e convidou-me para um chopinho. Conversa vai, conversa vem, depois de alguns copos, sem qualquer pudor, ele falou: “Estou autorizado a lhe pagar US$ 1.500, que poderão subir para US$ 2 mil, todos os meses. Precisamos de sua cooperação. Queremos que você forneça, rotineiramente, aqueles dados sobre as explosões atômicas”. Atônito, não acreditava no que ouvia. Parecia mais coisa de cinema, ou livro de ficção. Mas, não. À minha frente, abaixo do céu de Brasília, havia um espião de carne e osso, querendo me corromper. Ele não estava atrás somente de dados, deveria querer informações de equipamentos, projetos internacionais e outras coisas.
O simpático diplomata havia tirado a máscara. Minha surpresa virou indignação, mas reagi com calma. Medindo as palavras, mas em tom enérgico, lhe disse que a partir daquele momento encerrava qualquer possibilidade de futuros contatos. Levantei-me da mesa dizendo: “Já que você tem tanta grana, pague a conta”. Nunca mais o vi, nem nas reuniões em Genebra, quando participava da Conferência sobre Desarmamento, ou quando trabalhei para a ONU, em Viena, por sete anos.
A espionagem sempre existiu e talvez nunca acabe, pois a informação traz conhecimento e, acima de tudo, poder. Cabe aos que possuem informações sensíveis encontrar formas eficientes de salvaguardá-las. Nosso ministro da Defesa reconheceu a imensa distância que nos separa de países que dominam sistemas de vigilância da informação. Temos de reduzir este gap e não basta só patriotismo, boa vontade ou espada. Desenvolver e cultivar o saber em toda sua plenitude, com muito talento humano e adequados recursos financeiros é uma receita, pois hoje a guerra é cibernética.
Eram os anos de 1980 e, dirigindo a Estação Sismológica da Universidade de Brasília, recebia diferentes visitantes, pois os terremotos atraem a curiosidade de muitas pessoas. Certa vez, apareceu um jovem diplomata estrangeiro se expressando em bom português — aqui ele será chamado de Mr. X. Fez perguntas sobre sismologia, interessou-se pelo sistema de registro e ouviu a reprodução sonora de um terremoto. Ao final, agradeceu e, como muitos, prometeu regressar. E voltou. Às vezes para dizer alô e outras para deixar revistas de seu país.
Um dia perguntou se havíamos registrado determinada explosão nuclear e, verificando os boletins, confirmei o fato. Em Brasília só detectávamos as mais potentes, mas indiretamente tínhamos os dados de todas as detonações, por meio de boletins fornecidos pelo Serviço Geológico Americano e distribuídos a vários centros de sismologia. Mr. X solicitou uma cópia daqueles dados e lhe dei, já que eram públicos e qualquer entidade que recebesse o boletim poderia utilizar e divulgar seu conteúdo. Nada havia de secreto, apenas teríamos de citar a fonte da informação. Mas confesso que fiquei intrigado com o pedido.
Naqueles anos, as principais potências nucleares procuravam negociar um tratado de limitação de testes nucleares, mas o horizonte continuava escuro e cheio de incertezas. O muro de Berlim permanecia em pé, os principais atores corriam para expandir seus arsenais e as explosões continuavam sacudindo as áreas de testes nos Estados Unidos e na União Soviética e, pouco menos, na China e na França.
Passado um tempo, Mr. X regressou. Desejava informações de outros dois ou três testes. Explicou que estava atendendo pedido de um professor pesquisador de seu país, que tinha dificuldades de conseguir tais dados — terremotos e explosões são as principais ferramentas que ajudam a conhecer o interior da Terra. Eu já havia visitado o país dele, conhecido cientistas e centros de pesquisas, observado coisas boas e ruins. Sua história soava fraca, mas poderia ser verdadeira. Acabei cedendo. Quando voltou a requisitar novas informações, educadamente neguei. Para mim, não estavam claros suas intenções e o destino dos dados. Acrescentei que a informação que ele buscava não era de forma nenhuma secreta, mas não seria eu a fornecê-la. Suas visitas findaram, mas a história não.
Um dia ele ligou e convidou-me para um chopinho. Conversa vai, conversa vem, depois de alguns copos, sem qualquer pudor, ele falou: “Estou autorizado a lhe pagar US$ 1.500, que poderão subir para US$ 2 mil, todos os meses. Precisamos de sua cooperação. Queremos que você forneça, rotineiramente, aqueles dados sobre as explosões atômicas”. Atônito, não acreditava no que ouvia. Parecia mais coisa de cinema, ou livro de ficção. Mas, não. À minha frente, abaixo do céu de Brasília, havia um espião de carne e osso, querendo me corromper. Ele não estava atrás somente de dados, deveria querer informações de equipamentos, projetos internacionais e outras coisas.
O simpático diplomata havia tirado a máscara. Minha surpresa virou indignação, mas reagi com calma. Medindo as palavras, mas em tom enérgico, lhe disse que a partir daquele momento encerrava qualquer possibilidade de futuros contatos. Levantei-me da mesa dizendo: “Já que você tem tanta grana, pague a conta”. Nunca mais o vi, nem nas reuniões em Genebra, quando participava da Conferência sobre Desarmamento, ou quando trabalhei para a ONU, em Viena, por sete anos.
A espionagem sempre existiu e talvez nunca acabe, pois a informação traz conhecimento e, acima de tudo, poder. Cabe aos que possuem informações sensíveis encontrar formas eficientes de salvaguardá-las. Nosso ministro da Defesa reconheceu a imensa distância que nos separa de países que dominam sistemas de vigilância da informação. Temos de reduzir este gap e não basta só patriotismo, boa vontade ou espada. Desenvolver e cultivar o saber em toda sua plenitude, com muito talento humano e adequados recursos financeiros é uma receita, pois hoje a guerra é cibernética.
Correio
Braziliense, Opinião: 16/08/2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
"Aftershock" Filme baseado do terremoto 8.8 que aconteceu no Chile.
Banner do filme inspirado no terremoto que devastou o Chile.
Fonte: CINEPOP
O terror ‘Aftershock‘, produzido e estrelado por Eli Roth (‘O Albergue’), ganhou seu primeiro banner. Confira:
O terror é baseado em fatos reais, inspirado no terremoto de escala 8.8 que devastou o Chile, em 2010.
O diretor Nicolás López (‘Promedio Rojo’) se inspirou em suas experiências durante o ocorrido. A trama mostra o terror causado por pacientes que fugiram de um hospício durante o caos. Roth, López e Guillermo Amoedo roteirizam. A cantora e atriz Selena Gomez (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) faz uma participação especial.
O filme estreia dia 16 de Agosto nos EUA.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Filme do terremoto de São Francisco - 1906 - Raridade
!8 minutos mostrando os efeitos do terremoto - magnitude estimada 7.9.
Texto da Mental-floss (English)
On April 18, 1906, a devastating earthquake struck San Francisco. Its epicenter was a few miles from the city, but at an estimated magnitude of 7.9, it was a severe blow to what was the largest west coast city of its time. The quake was felt as far north as Oregon and as far east as Nevada. A massive fire broke out as a result of the earthquake, and the fire further devastated San Francisco, ultimately making as many as 300,000 people homeless (in a city whose population was 410,000 at the time).
Many photographs of the earthquake damage and fire exist, but movies are relatively rare. Edison shot some, and another important motion picture is simply called San Francisco earthquake and fire, April 18, 1906. It shows some of the cleanup efforts in the still-smoldering ruins; this silent film has been preserved by the Library of Congress. In 2009, an assemblage of motion pictures (apparently including new footage) was unveiled showing the aftermath. The first part is the most interesting: a drive down main city streets, which are covered with ash and dust. There are some intact buildings, and even streetcars running. People wander among the debris, dressed in fine suits and dresses -- it seems that many are there just to witness the destruction, some are headed somewhere (to get food?), and a very few are already rebuilding. It's mesmerizing watching these people in the ruins of their city. Later footage shows the tent camps that appeared in Oakland and other nearby regions. Take a look: Read the full text here: http://mentalfloss.com/article/51974/film-san-francisco-after-1906-earthquake#ixzz2aglMoIpF --brought to you by mental_floss!
Texto da Mental-floss (English)
On April 18, 1906, a devastating earthquake struck San Francisco. Its epicenter was a few miles from the city, but at an estimated magnitude of 7.9, it was a severe blow to what was the largest west coast city of its time. The quake was felt as far north as Oregon and as far east as Nevada. A massive fire broke out as a result of the earthquake, and the fire further devastated San Francisco, ultimately making as many as 300,000 people homeless (in a city whose population was 410,000 at the time).
Many photographs of the earthquake damage and fire exist, but movies are relatively rare. Edison shot some, and another important motion picture is simply called San Francisco earthquake and fire, April 18, 1906. It shows some of the cleanup efforts in the still-smoldering ruins; this silent film has been preserved by the Library of Congress. In 2009, an assemblage of motion pictures (apparently including new footage) was unveiled showing the aftermath. The first part is the most interesting: a drive down main city streets, which are covered with ash and dust. There are some intact buildings, and even streetcars running. People wander among the debris, dressed in fine suits and dresses -- it seems that many are there just to witness the destruction, some are headed somewhere (to get food?), and a very few are already rebuilding. It's mesmerizing watching these people in the ruins of their city. Later footage shows the tent camps that appeared in Oakland and other nearby regions. Take a look: Read the full text here: http://mentalfloss.com/article/51974/film-san-francisco-after-1906-earthquake#ixzz2aglMoIpF --brought to you by mental_floss!
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Tremor de 5.9 - Peru
Forte Tremor, raso!!
M5.9 - SOUTHERN PERU
| Magnitude | 5.9 |
| Dia-horário |
|
| Localização | 15.659S 71.720W |
| Profundidade | 5 km |
| Distancias |
|
terça-feira, 2 de julho de 2013
M5.7 - JUJUY, ARGENTINA
Com possibilidade de ter reflexos no Brasil - Sao Paulo e Sul
| Magnitude | 5.7 |
| Dia-horario |
|
| Localizacao | 23.811S 66.402W |
| Profundid ade |
192 km |
| Distancias |
|
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Tremor com grande possibilidade de reflexo no Brasil por 18:33
SP, RS, PR e SC
-----------------------------------
Provavelmente sem danos devido a sua profundidade.
M5.7 - MENDOZA, ARGENTINA
| Magnitude | 5.7 |
| Dia-horario |
|
| Localização | 32.623S 69.998W |
| Profundidade | 99 km |
| Distancias |
|
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Terremotos fazem aniversário
José Alberto Veloso
Se não há nada para comemorar, a data contém fatos significativos para relembrar. Há cinco anos, no dia 22 de abril de 2008, por volta das 21h, paulistas e paulistanos se surpreenderam com os efeitos de um terremoto de magnitude 5,2. Objetos caíram de armários, lustres balançaram, louças tilintaram e prédios trepidaram, levando pessoas a deixar seus apartamentos. Ocorreram rachaduras em paredes e outras avarias menores, mas ninguém se feriu com gravidade. Em Mogi das Cruzes, a vibração do chão deslocou uma adutora, deixando mais de 20 mil moradores sem água. Com menor intensidade, as ondas sísmicas chegaram a locais de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. O terremoto nasceu em um ponto 17 km abaixo do nível do mar, quando parte de uma massa rochosa que vinha sendo deformada por forças geológicas atingiu seu limite de resistência e quebrou. A cidade mais próxima do epicentro, 125 km ao norte, deu nome ao evento: Sismo de São Vicente.
O estado paulista possui histórico de terremotos significativos e outros atrelados a fatos curiosos. No início de 1922, o que se comentava no meio cultural paulistano era a Semana de Arte Moderna, programada para fevereiro. Dias antes de tal evento sacudir a sociedade local e o meio artístico nacional, quem de fato tremeu, na madrugada de 27 de janeiro de 1922, foi a própria cidade de São Paulo, em decorrência do abalo de Mogi-Guaçu, de magnitude 5,1. Lá, casas racharam, outras deslocaram de seus alicerces e telhas foram ao chão. Na capital, uma pessoa morreu de ataque cardíaco, objetos de fachadas de prédios caíram nos passeios e o telhado de um prédio ruiu. O então presidente do estado, Washington Luís, pensou que fosse uma convulsão social com detonação de dinamite e colocou a força pública de prontidão. A Praça da República foi invadida por inúmeras senhoras e senhorias em trajes menores. No dia seguinte, trotes telefônicos anunciavam a iminência de outro abalo e, em revistas, surgiram charges e piadas.
O epicentro do abalo de 2008 foi na Bacia de Santos, que abriga campos petrolíferos em produção, reservas a explorar e mais a descobrir. Ocasionalmente, a exploração de gás/petróleo induz o surgimento de microsismicidade local e não seria surpresa presenciar tal fenômeno naquela região. Em outras palavras, certas ações do homem podem provocar terremotos, geralmente pequenos, como os da extração de gás na Holanda e na China. Entretanto, por sua localização distante do mais próximo campo em operação e com profundidade situada na crosta inferior, bem abaixo das rochas que alojam gás/petróleo, o tremor de 2008 não foi um evento induzido.
Existem casos brasileiros de sismos induzidos pela criação de reservatórios hidrelétricos e o autor estudou alguns deles, como os ocorridos nas décadas de 1970/80 nos reservatórios de Paraibuna e Paraitinga. O principal evento, em 16 de novembro de 1977, atingiu magnitude 3,4 e intensidade sísmica IVMM, alarmando a vizinhança que jamais sentiu a terra tremer, mas nada aconteceu à barragem. Curioso foi a sismicidade associada à extração de água subterrânea, em diferentes épocas, nas cidades de Fernando Prestes, Nuporanga e Bebedouro. A magnitude máxima registrada foi 3,2 e a intensidade IV-VMM.
Vale citar os efeitos de fortes terremotos que chamo de “importados”, pois seus epicentros estão fora do Brasil, particularmente na faixa andina. Mesmo percorrendo enormes distâncias, as ondas chegam com energia para oscilar prédios altos da capital paulista e os exemplos já se contam às dezenas. Eles assustam, mas nunca causaram danos expressivos e é bom que seja assim, pois continuarão acontecendo indefinidamente.
Além do estado de São Paulo, há tremores por todo o Brasil e alguns provocaram abandono temporário de cidades, derrubaram e danificaram construções, desabrigaram, feriram e mataram. Bem mais modesto do que o risco dos eventos pluviométricos intensos e prolongados, os terremotos, diferente do que muitos pensam, também podem trazer prejuízos ao Brasil.
fonte: UnBCiencia
terça-feira, 16 de abril de 2013
M7.8 - Fronteira do Irá-Paquistão
Fonte: USGS/IRIS

| Magnitude | 7.8 |
| Dia-hora |
|
| Localização | 28.056N 62.080E |
| Profundidade | 15 km |
| Distancia |
|

Sismogramas do Iris
domingo, 14 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
CONVITE PARA DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS APLICADAS
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
Título:
"ANISOTROPIA CRUSTAL NA REGIÃO DE PORTO DOS GAÚCHOS - MT, BRASIL".
Autor:
DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Profa. Dra. Mônica Giannoccaro Von Huelsen - UnB/IGD
Profa. Dra. Tereza Higashi Yamabe - UNESP
Dia: 10 de abril de 2013
Hora: 10 hs
LOCAL: AUDITÓRIO DO OBSERVATÓRIO SISMOLÓGICO - UNB
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS APLICADAS
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
Título:
"ANISOTROPIA CRUSTAL NA REGIÃO DE PORTO DOS GAÚCHOS - MT, BRASIL".
Autor:
DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Profa. Dra. Mônica Giannoccaro Von Huelsen - UnB/IGD
Profa. Dra. Tereza Higashi Yamabe - UNESP
Dia: 10 de abril de 2013
Hora: 10 hs
LOCAL: AUDITÓRIO DO OBSERVATÓRIO SISMOLÓGICO - UNB
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Defesa de Mestrado (08 e 10/04)
Título:
"XGIS FLEX: UM FRAMEWORK LIVRE PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA A WEB".
Autor:
MARIANO FEDERICO PASCUAL
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Prof. Dr. Henrique Llacer Roig - UnB/IGD
Prof. Dr. Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentin - UFRN
Dia: 08 de abril de 2013
Hora: 11h00min
Local: Auditório do Observatório Sismológico - UnB
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO - DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
CONVITE PARA DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS APLICADAS
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
Título:
"ANISOTROPIA CRUSTAL NA REGIÃO DE PORTO DOS GAÚCHOS - MT, BRASIL".
Autor:
DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Profa. Dra. Mônica Giannoccaro Von Huelsen - UnB/IGD
Profa. Dra. Tereza Higashi Yamabe - UNESP
Dia: 10 de abril de 2013
Hora: 08h30min
LOCAL: AUDITÓRIO DO OBSERVATÓRIO SISMOLÓGICO - UNB
"XGIS FLEX: UM FRAMEWORK LIVRE PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA A WEB".
Autor:
MARIANO FEDERICO PASCUAL
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Prof. Dr. Henrique Llacer Roig - UnB/IGD
Prof. Dr. Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentin - UFRN
Dia: 08 de abril de 2013
Hora: 11h00min
Local: Auditório do Observatório Sismológico - UnB
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO - DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
CONVITE PARA DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS APLICADAS
DEFESA PÚBLICA DE DISSERTAÇÃO
Título:
"ANISOTROPIA CRUSTAL NA REGIÃO DE PORTO DOS GAÚCHOS - MT, BRASIL".
Autor:
DAVI ARAÚJO QUARESMA LEMOS
Comissão Examinadora:
Prof. Dr. George Sand Leão Araújo de França - Orientador - UnB/IGD
Profa. Dra. Mônica Giannoccaro Von Huelsen - UnB/IGD
Profa. Dra. Tereza Higashi Yamabe - UNESP
Dia: 10 de abril de 2013
Hora: 08h30min
LOCAL: AUDITÓRIO DO OBSERVATÓRIO SISMOLÓGICO - UNB
sexta-feira, 29 de março de 2013
Link no simulador de alerta de Tsunami - 15 min de tolerância para o tremor do Japão
Simulador premiado pela Sismologia Japonesa
http://iisee.kenken.go.jp/staff/fujii/OffTohokuPacific2011/tsunami_prop_ja_ver8.0.html
http://iisee.kenken.go.jp/staff/fujii/OffTohokuPacific2011/tsunami_prop_ja_ver8.0.html
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