sábado, 30 de janeiro de 2010

Earthquakes the deadliest of all disasters during past decade – UN official


28 January 2010 –
Earthquakes were the deadliest natural disasters in the past decade, accounting for 60 per cent of deaths caused by such hazards, a senior United Nations official said today, stressing the importance of investing in disaster risk reduction.

UN Special Representative for Disaster Risk Reduction Margareta Wahlström stated that earthquakes remain a serious threat for millions of people worldwide as eight of the most populous cities in the world are built on earthquake fault-lines.

“The fortunate part is that earthquakes don’t happen very often but they are the deadliest of disasters. They take large numbers of people’s lives in a split second,” she said during a joint news conference in Geneva between the UN International Strategy for Disaster Reduction (UNISDR) and the Centre for Research on Epidemiology of Disasters (CRED).

According to the figures released today by CRED, 3,852 disasters killed more than 780,000 people over the past 10 years, affected more than 2 billion others and cost a minimum of $960 billion.

In terms of human losses, Asia is the continent that has been struck again and again by disasters during the last decade, accounting for 85 per cent of all fatalities.

The most deadly disasters of the past decade were the Indian Ocean tsunami, which hit several countries in Asia in 2004, leaving 226,408 dead; Cyclone Nargis, which killed 138,366 people in Myanmar (2008); and the Sichuan earthquake in China (2008), causing the deaths of 87,476 people. In addition, 73,338 people were killed in the earthquake in Pakistan (2005) and 72,210 in heat waves in Europe (2003).

“The number of catastrophic events has more than doubled since the 1980-1989 decade. In contrast, the numbers of affected people have increased at a slower rate. This may be due to better community preparedness and prevention,” said Debarati Guha-Sapir, Director of CRED.

Ms. Wahlström stressed that disaster risk reduction is an indispensable investment for earthquake-prone cities and communities. “Seismic risk is a permanent risk and cannot be ignored. Earthquakes can happen anywhere at any time.”

The eight most populous cities on earthquake fault-lines are Tokyo, Mexico City, New York, Mumbai, Delhi, Shanghai, Kolkata and Jakarta.

She added that disaster risk reduction strategies must be incorporated in the reconstruction of Haiti to minimize loss of life and destruction of key installations such as hospitals in future disasters.

The small Caribbean nation was rocked by a 7.0-magnitude quake on 12 January that devastated the capital, Port-au-Prince, and affected an estimated one third of its population of 9 million.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Tremor de terra em Canindé

Tremores de terra assustaram a população da comunidade de Baixa de Areia, na divisa dos municípios de Itatira e Canindé, na madrugada da quinta-feira. Segundo informações preliminares da Defesa Civil dos municípios, ninguém ficou ferido. Os tremores ocorreram por volta das 3h30 e duraram poucos minutos. Quanto ao grau na Escala Richter, não se tem precisão da magnitude, mas provocaram rachaduras em casas, comércios e galpões onde estavam animais. O caso já foi comunicado à Defesa Civil do Estado.
fonte: blogfolha

Dois tremores na Bolívia

A 70 km de Santa Cruz - espero sem danos

2010-01-23 09:40:34 (Mb 5.2) SANTA CRUZ, BOLIVIA -17.0 -64.2 (24627)‎ -
2010-01-23 09:23:04 (Mb 5.3) SANTA CRUZ, BOLIVIA -17.5 -63.8 (24627)‎ -

Cão sente tremores de terra antes, nos EUA...

fonte:http://cachorrosespeciais.blogspot.com/

As imagens comprovam que o cão K9, um retriever labrador, sente os tremores antes de seus"colegas", tudo foi captado pelo circuito interno de tv do prédio, vejam o video:





No video vemos K9 super relaxado, deitado no escritório da central de imprensa da Carolina do Norte, quando de repente levanta em disparada em busca da saída, seguido por alguns de seus colegas de escritório preocupados com a atitude do cão, segundos depois começam os tremores. Fato ocorrido agora dia 9 de janeiro de 2010.
Acho que agora os céticos acreditarão que os animais têm sexto sentido, né?
Detalhe o K9 e seus amigos humanos se salvaram.
Texto da Cecília

Saiba o que e como doar para as vítimas do terremoto no Haiti

Fora das capitais, interessados podem fazer doações financeiras.


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clique aqui se estiver no State



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Campo em Caxias do Sul

Cheguei ontem de Caxias do Sul. Estamos animado com o estudo que será feito e espero colher bons frutos. A secretária do Meio ambiente é muito bom e equipe deles ajudaram muito com a logística para execução do Campo. Breve coloco fotos!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Magnitude 5.8 - GUATEMALA 2010 January 18 15:40:27 UTC

Moderate quake rocks Guatemala, Salvador; no damage
Reuters The agency said the quake was centered 60 miles southeast of Guatemala City. "We felt a tremor that was a bit strong. We are monitoring the area but there ...


Distancias 85 km WSW de Santa Ana, El Salvador
105 km (65 miles) SSE da cidade da Guatemala


Embora exista alguns trabalhos que buscam correlacionar grandes terremotos, não está claro que há tal correlação.

5.5 Mb - SAN JUAN, ARGENTINA

Espera efeito pequeno em San Juan, mas os prédios altos de São Paulo podem sentir esse terremoto. 10:28 em São Paulo!!!



Preliminary Earthquake Report
Magnitude 5.5 Mb
Date-Time
  • 18 Jan 2010 12:28:36 UTC
Location 31.264S 68.573W
Depth 107 km
Distances
  • 32 km (20 miles) N (351 degrees) of San Juan, Argentina
  • 182 km (113 miles) N (7 degrees) of Mendoza, Argentina

domingo, 17 de janeiro de 2010

Magnitude 6.3 - DRAKE PASSAGE


Sem pânico já que o terremoto está a 355 km da cidade mais próxima

Magnitude6.3
Dia-horário
  • 17 Janeiro de 2010 às 12:00:02 UTC

Locatlização57.671°S, 65.910°W
Profundidade10 km (6.2 miles) set by location program
Distancias355 km SSE de Ushuaia, Argentina
595 km SSE de Punta Arenas, Chile

sábado, 16 de janeiro de 2010

IRIS videos



Por que não gerou tsunami?



Arranjo Americano



Monitoramento

Do Animals have a 'Sixth Sense' About Earthquakes?

Isso aconteceu em Caxias, quando no relato do YouTube, os cachorros latiram antes do tremores..

Por Benjamin Radford | fonte - Discoverey News

After earthquakes and tsunamis, stories often circulate of animals acting strangely or seeming to know of the disaster long before humans. Following the Dec. 26, 2004, Asian tsunami, some (erroneous) news reports claimed that no dead animals had been killed by the tsunami (they had supposedly all fled to higher ground), confirming animals' sixth sense.

A recent video showing a dog seemingly sensing an impending earthquake at a California newspaper office has popped up on YouTube.

What do we make of this? Is this evidence of a paranormal "sixth sense", as some people claim?

Animals that detect impending earthquakes don't necessarily have more senses than humans; they just have much higher sensitivity. The fact that animals have keener senses than humans is well-documented. Dogs have a remarkable sense of smell, birds can migrate using celestial cues, and bats can locate food with echoes. Elephants can detect faint vibrations and tremors (such as other elephants' footsteps) from fantastic distances.

The mistake is in confusing that higher sensitivity with some unknown -- perhaps paranormal -- power.

Animals may sense unusual vibrations or changes in air pressure coming from one direction that suggest they should move in the opposite direction. If a herd of animals are seen fleeing before an earthquake, all that is needed is for one or two of them to skittishly sense danger; the rest will follow -- not necessarily due to some supernatural earthquake-detecting sense, but simple herd instinct.

In fact, search-and-rescue dogs from around the world are being imported into the devastated country of Haiti as quickly as possible, their acute senses helping locate the thousands of missing and wounded victims.

Animals' ability to detect impending earthquakes is interesting and amazing, but has nothing to do with ESP or a "sixth sense."

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Texto do Prof. Veloso (ex-Chefe do Observatório Sismológico) publicado hoje no site da UnB.

Atração fatal: o terremoto no Haiti e a prevenção de tragédias

Alberto Veloso


O catastrófico terremoto que atingiu o Haiti na última terça-feira misturou ingredientes da natureza e do homem: magnitude elevada, profundidade focal rasa e epicentro próximo de áreas densamente povoadas – com construções frágeis e inadequadas para suportar altas acelerações do terreno. O resultado não poderia ser diferente: destruição em massa, elevado número de mortos e feridos e uma multidão incalculável de desabrigados. Os próximos dias continuarão difíceis, pois novos terremotos – réplicas – podem acontecer e ampliar a tragédia.

Entretanto, com ajuda especializada, ainda se podem salvar vidas. Inicialmente o país receberá ajuda internacional para minorar seus problemas e para colocar um mínimo de ordem nas coisas. Depois virá a lenta e trabalhosa fase de reconstrução, que se espera seja feita sob a supervisão de organismos internacionais para garantir a adequada aplicação dos recursos financeiros em obras que tragam maior segurança aos haitianos. Este é o desenrolar do script para situações semelhantes que acontecem ao redor do mundo. Mas sempre fica a pergunta: com os conhecimentos e recursos de hoje não seria possível minimizar os efeitos deste e de outros grandes desastres?

A humanidade recebe do planeta que habita um sem número de dádivas; desde o ar que respira aos variados tipos de recursos naturais que explora. Para que isso exista, o Planeta Terra tem que trabalhar continuamente. Às vezes de forma longa e imperceptível, para criar um valioso campo petrolífero; ou de maneira brusca, extravasando material vulcânico na superfície do terreno que acaba se transformando em terras férteis, como as existentes em São Paulo, Paraná e Mato Grosso. A natureza tem seus caprichos. Hoje ela gera uma inundação aqui, um terremoto ali, uma erupção vulcânica, ou um tufão acolá. Assim foi e sempre será. Não deixar um fenômeno natural virar tragédia é competência do homem e nisso já se fala há muito tempo.

Em 1º de novembro de 1755, Lisboa quase desapareceu quando se viu atacada por um tríplice infortúnio. Um forte terremoto destruiu parte da cidade, gerou um tsunami assassino e, como se não bastasse, um incêndio consumiu muito do que ainda continuava de pé. Lisboa se reergueu, mas o desastre surpreendeu a Europa povoada de crenças de que se vivia no melhor dos mundos. Houve até embates filosóficos e deles tiramos um pensamento de Jean-Jacques Rousseau: não foi a natureza que concentrou a população e construiu Lisboa. Os terremotos acontecem e se não existissem casas e pessoas em sua área de influência, nada de ruim teria ocorrido.

Aplicar técnicas modernas de monitoramento de perigos naturais na identificação de zonas de riscos, estabelecer e cumprir normas na ocupação do solo, exigir construções mais seguras e treinamentos periódicos de moradores sujeitos ao perigo são ações que podem reduzir a vulnerabilidade dos grandes aglomerados populacionais. Agindo dessa forma, muitas comunidades sob perigo no Japão, Nova Zelândia e na Califórnia vivem sob risco aceitável. Planos dessa natureza exigem recursos tecnológicos e econômicos custosos, difíceis ou quase impossíveis de serem integralmente praticados por países com recursos escassos. Justamente neles, as cidades são mais expostas ao perigo e a atração para o desastre é permanente. Mesmo assim, um mínimo deveria ser feito, pois os mais humildes são sempre os menos assistidos.

Em futuro não distante, os sismólogos acreditam que será inevitável a ocorrência de terremotos fortes nas proximidades das áreas urbanas de São Francisco, Tóquio e Istambul. Seattle, na costa ocidental americana, é outro alvo. Devido à alta concentração populacional, particularmente nas três primeiras cidades, os desastres deverão ser severos, mas sua verdadeira grandeza dependerá enormemente de como essas cidades se preparam para receber o impacto das ondas sísmicas e de seus subseqüentes efeitos.

Nada indica que a freqüência dos terremotos vem aumentando, mas é inconteste o crescimento da população mundial e nos países menos desenvolvidos ela acontece com maior rapidez. O mundo está mais vulnerável. O aumento de perdas materiais, de vidas humanas e da dramaticidade dos desastres tende a crescer se não ocorrer mudanças radicais na maneira de enfrentar este e outros tipos de fenômenos naturais.

Vídeo mostra o momento do tremor de terra na cidade de Porto Príncipe

Mestrado e Doutorado em Geofísica!

O Programa de Pós-graduação em Geociências Aplicadas do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília encontra-se com inscrições abertas para a seleção de mestrado e doutorado.

Período: 11/janeiro a 29/janeiro/20010.
Áreas de concentração:
Geofísica Aplicada, Geoprocessamento e Análise Ambiental, Hidrogeologia, Geoquímica e Meio Ambiente

Edital: http://www.unb.br/ig

Antes e Depois


MCEER: Haiti Earthquake 2010: News, Photos & Maps

Seismic Monitor - IRIS

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