quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A terra tremeu em Monte Claros-MG

1º sismo: 13h55min12s Magnitude: 2,7
2
º sismo: 14h35min15s Magnitude: 2,3
O evento foi detectado pela estação JAN7, situado em Itacarambi - MG e a distância do epicentro até a estação foi de 179Km.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mario Takeya? Aonde está?

Uns dos sismólogos pioneiros do Nordeste! Me parece que ainda está na UFRN, mas por incrível que pareça não está mais na Sismologia!

Um grande abraço ao Prof. Mario Takeya.
Currículo invejável com experiência Internacional.

sábado, 25 de setembro de 2010

Defesa Civil chega a uma conclusão sobre os tremores em Jaraguá do Sul

fonte: O Correio do Povo
Foi constatado que os abalos na Tifa Theilacker, em março deste ano, teriam sido causados por acomodação de solo. Já a causa mais provável da movimentação de terra na Vila Lenzi, em junho, seria a emissão de gases do antigo lixão, localizado ao redor da Arena Jaraguá.
Daiane Zanghelini
Publicado 17/09/2010 às 09:00:55 - Atualizado em 17/09/2010 às 09:05:50

Os tremores na Tifa Theilacker e na Vila Lenzi foram causados por motivos diferentes.

Esta é a conclusão do relatório divulgado ontem pela Defesa Civil. De acordo com o coordenador do órgão, Jair Alquini, geólogos do Cenacid (Centro de Apoio Científico em Desastres, da Universidade Federal do Paraná) constataram que os abalos na Tifa Theilacker, em março deste ano, teriam sido causados por acomodação de solo (acúmulo de água no lençol freático). Já a causa mais provável da movimentação de terra na Vila Lenzi, em junho, seria a emissão de gases do antigo lixão, localizado ao redor da Arena Jaraguá.

Alquini garantiu que não existe risco imediato para as famílias e ressaltou que os abalos não estão associados a terremotos, mas que a Prefeitura irá seguir algumas orientações dos geólogos. Uma delas é a realização de um estudo topográfico para avaliar quais as áreas de risco na Tifa Theilacker e se outras movimentações de solo continuam ocorrendo.

De acordo com o geólogo da Prefeitura, Normando Zitta, a possibilidade de novos tremores não está descartada. Segundo ele, estudos feitos através da avaliação de amostras de terra e rochas constataram que o solo da localidade é instável, ou seja, teria sofrido deslizamentos anteriormente.

Conforme Zitta, ações como a abertura de loteamentos podem estar colaborando para a movimentação do solo na Tifa Theilacker. “O aumento da ocupação e as terraplanagens naquela área devem ser evitadas, pois isso pode aumentar o risco de deslizamento”, comentou.

Nos próximos dias, técnicos do Cenacid devem voltar ao município para ajudar a Defesa Civil nas avaliações. Segundo Alquini, os moradores destas áreas não precisarão ser retirados, exceto nos casos em que houver risco de desmoronamento de terra.

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Meus Comentários: Tremores de magnitude 2.0 e 3.0 raramente tem efeitos superficiais, mas a hipótese descrita na matéria mostra que teríamos um novo caso de Sismicidade Induzida. Seria uma boa testar, para isso teríamos que colocar uma rede local de estações e corre o risco de não ter mais atividade. Outro coisa boa, se a região está em encosta, próxima de morros, seria uma boa fazer SEV para ver o estado do solo na região. Acho que o pessoal da UFPR já estão fazendo isso ou usando outro método que possa identificar o solo com a profundidade.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

5.9 Mb - próxima a costa CENTRAL do PERU



Magnitude 5.9 Mb
Dia-hora
  • 22 Set 2010 08:00:14 UTC
  • 22 Set 2010 03:00:14 hora local

Localização 13.364S 76.047W
Profundidade 48 km
Distancias
  • 13 km NE of Chincha Alta, Peru
  • 79 km NNW of Ica, Peru

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Campo Nova Xavantina+Paranantiga

Estou no Campo!

Instalando estação para Lineamentos Transbrasiliano
Eu
Daniel Linhares - Motorista-Técnico
Ruan Alves - Estudante de graduação

Minha outra equipe está indo para Tubarão para escolha de ponto da RSIS.
- Cesar Pavão - Doutorando
- Sidinei Tõmas - Engenheiro

Vamos tentar fazer diferença! Fazer ciência depende do time e eu hj tenho uma grande equipe!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Curso de Tomografia Sísmica


Simon Lloyd


A turma: Prof. Simon Lloyd, Rômulo, João, Lucas, Amanda, Diogo, Davi, Iago e Gaudêncio.
Eduardo, João Alberto (Tom Calvacante) e Prof. George Sand



O curso introdutório do tomografia sísmica foi um sucesso! Os alunos aprenderam o básico da tomografia com o Pesquisador Simon Lloyd! Valeu estudantes!


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ponte de concreto suporta oito super terremotos simulados


Ponte à prova de terremotos 

Engenheiros da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, testaram com sucesso o modelo de uma ponte de concreto que suportou a simulação de nada menos do que oito super terremotos em sequência.

A ponte experimental, com 35 metros de comprimento e pesando 200 toneladas, superou todas as expectativas dos seus projetistas ao suportar todos os oito terremotos simulados, cada um deles atingindo quase 7 pontos na escala Richter.

"Nós estimamos que a ponte iria cair quando atingisse uma deformação de 8 polegadas [20,3 cm], o que é muito, mas tivemos 10 polegadas [25,4 cm] de deflexão nas colunas de sustentação e a ponte ficou de pé e utilizável, mesmo com consideráveis tensões internas," conta Saiid Saiidi, um dos projetistas da ponte antiterremoto. 

Simulação de terremoto 

O modelo de ponte foi sacudido com forças bidirecionais para simular um terremoto de forma realista.

O objetivo dos pesquisadores foi imitar o terremoto de 6,9 pontos que atingiu a ponte Northridge, na Califórnia, em 1994. Para isso eles usaram dados gravados do terremoto real.
Programas de computador coordenaram os movimentos de três grandes mesas agitadoras, acionadas hidraulicamente, sobre as quais a ponte foi construída.

"Agora nós sabemos que a ponte teria sobrevivido àquele terremoto em boas condições e podendo ser utilizada," disse Saiidi. 

Técnicas de construção 

A equipe do Dr. Saiidi está experimentando e testando uma série de materiais e inovações para construir pontes que suportem terremotos de grandes magnitudes.

"O que é extraordinário com relação às técnicas de construção testadas nesta ponte é a utilização de fibras de vidro e de carbono nos suportes da ponte, colunas pré-moldadas, colunas segmentais e conexões especiais de aço tubular (pipe-pin) em um cenário de sísmica muito elevada," disse Saiidi.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Votorantim 2011

Seminário do IG - Apoio SIS

"Seismic Structure of the South American Crust and Mantle"

Palestrante: Simon M. Lloyd

Department of Earth and Planetary Sciences, Northwestern University, Evanston, IL, USA

Data: 02 de setembro de 2010
Horário: 17:00
Local: Auditório do Instituto de Geociências - UnB

Contamos com a presença de todos!!!

Saudações,

Diretoria do Núcleo Brasília da Sociedade Brasileira de Geologia.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Qualificação de Doutorado

Dia 01/09
10:00 hs
Laboratório de Geocronologia

Qualificação do Doutorado
Candidato; Lucas Moreira

Inversão conjunta de função do receptor e dispersão de ondas superficiais para modelagem da litosfera


Banca: Prof. Marcelo Rocha
Prof. Reinhardt Fuck
Profa. Mônica Von Huelsen
Prof. Jose Eduardo Soares
Prof. George Sand França (orientador)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Chinês cria cama à prova de terremotos

Fonte: terra

Um aposentado chinês criou um novo design de cama que, em caso de terremoto, automaticamente se transforma em uma espécie de bunker e protege quem estiver nela de sofrer suas consequências. Nesta quarta-feira, a invenção tornou-se uma patente nacional.

O objeto, composto por módulos, incluindo armários em cada ponta e uma placa móvel (com rolamentos) com capacidade para suportar cargas elevadas, pode ser usado normalmente para dormir e armazenar objetos. No caso de um terremoto, suas partes se combinam de maneira a formar um abrigo, envolvendo e protegendo seu usuário, explica o site do jornal China Daily.

Elementos para suprir as necessidades básicas para a sobrevivência humana, como água potável e comida enlatada e outros equipamentos, como um megafone e um martelo, podem ser guardados em seus armários, como prevenção. Eles podem ser úteis para ajudar as pessoas a sobreviver por vários dias, até serem resgatadas, diz Wang.

O aposentado de 66 anos conta que vivenciou os terremotos de Xingtai e Tangshan, o que garantiu conhecimentos sobre tais desastres naturais, frequentes em seu país.

Cerca de 70 mil pessoas morreram na região de Wenchuan, província de Sichuan, sudoeste da China, em maio de 2008, quando um terremoto com magnitude 8 atingiu a região. Já em abril deste ano, um terremoto de magnitude 6,9 deixou outros 2.700 mortos em Yushu, uma região no noroeste da província de Qinghai.

Desde que Wang se aposentou de seu trabalho em um instituto local de artes industriais, mostrou bastante interesse por invenções e criações, conta o site Daily Chilli. O designer acredita que sua cama "salva-vidas" é útil principalmente para prédios baixos, feitos em tijolo e concreto, e bangalôs chineses. Esta é sua sexta invenção patenteada, incluindo uma máscara de soldagem automática e um freio de emergência para veículos.

O aposentado deveria ter criado um sistema de rádio-amador para a cama, para ser possível chamar por socorro em caso do inevitável ocorrer, opina ainda o site Geeky-gadgets. A equipe da Geek também sentiu falta da existência de um banheiro, em caso de outros tipos de emergência.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tsunami foi causado por três terremotos consecutivos


Terremotos escondidos 

O grande terremoto que provocou um tsunami responsável pela morte de 192 pessoas em Samoa, em setembro de 2009, não foi um, mas três.

Segundo pesquisa publicada na edição desta quinta-feira da revista Nature, as ilhas da Polinésia foram atingidas por um golpe triplo.

O terremoto de magnitude 8,1 na escala Richter, que foi detectado, escondeu outros dois, quase tão fortes quanto o primeiro.

Os outros terremotos, de acordo com Keith Koper, da Universidade de Utah, e colegas, foram disparados pelo primeiro, tendo ocorrido dois minutos depois e atingido 7,8 pontos na escala Richter.

"Achávamos que fosse apenas um terremoto. Mas, ao analisar os dados registrados do evento, verificamos que foram três grandes terremotos. Os dois que ficaram escondidos pelo primeiro foram responsáveis por parte dos danos e das gigantescas ondas", disse Koper. 

Liberação de energia 

Em termos de liberação de energia, segundo o estudo, os dois terremotos de 7,8 pontos somados representaram a energia liberada por um terremoto de magnitude 8. Ou seja, estiveram longe de ser apenas os tradicionais choques posteriores a um grande evento sismológico.

O terremoto triplo gerou ondas com alturas variadas dependendo da área atingida, mas que em alguns pontos chegaram a quase 15 metros acima do nível do mar.

"Os três contribuíram para o tsunami, principalmente os dois seguintes", disse Koper. Os terremotos tiveram origem entre 14 e 19 quilômetros de profundidade. O primeiro durou 80 segundos. O segundo começou entre 49 e 89 segundos e, o terceiro, de 90 a 130 segundos após o primeiro.

Os cientistas decidiram investigar o fenômeno que provocou o tsunami em Samoa após a identificação de inconsistências nos sismogramas. "Simplesmente não conseguimos entender como um terremoto poderia produzir tais leituras. Sabíamos que havia algo de estranho, mas levamos meses para descobrir o que era", disse Koper.

(Fonte: Inovação Tecnológica - 19/08/2010).

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tremor antigo

Arqueólogos descobrem templo filisteu na cidade natal de Golias

Além da descoberta do templo, a equipe também encontrou provas de um grande terremoto do século 8 a.C




Arqueólogos descobriram recentemente em Israel um templo filisteu no local onde teria sido a cidade natal do gigante guerreiro Golias. Este é o primeiro templo filisteu encontrado em Gate.

As ruínas do templo estão localizadas na antiga cidade de Gate e remonta ao século 10 aC, de acordo com o prof. Aren Maeir de Martin, do departamento de terras de Israel e de estudos de arqueologia da Universidade Bar Illan. O templo descoberto tem uma imagem arquitetônica semelhante ao descrito na história bíblica de Sansão, que derrubou o templo filisteu de Dagon.

Além da descoberta do templo, a equipe também encontrou provas de um grande terremoto do século 8 aC, que poderia ser o terremoto mencionado nos livros de Isaías e Amós. "Se os sismólogos estiverem certos, 8 graus na escala Richter teriam nivelado uma grande cidade. A intensidade da energia necessária para mover as paredes parecem ter sido de algo muito poderoso”, disse Maeir.

"O que temos aqui é uma forte evidência de um terremoto dramático, um evento natural, que deixou uma impressão muito significativa sobre os profetas bíblicos do tempo.

Maeir e sua equipe internacional descobriram na antiga ruína do templo montagens de Tel Tzafit National Park, na planície costeira do sul.


Fonte: Christian Post

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

7.1 M - Equador

Sentido no Brasil - Acre, Rondônia

Dia e horário - 12/08/2010 11:54:14 UTC
Localização - 1.275S 77.374W
Profundidade - 211 km
Distancias

* 145 km E de Ambato, Equador
* 175 km SE de QUITO, Equador

Estações Brasileiras

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Belo Trabalho do Zoback

Earthquakes: Climate and intraplate shocks

Journal name: Nature
Volume: 466,
Pages:568–569
Date published:(29 July 2010)
DOI:doi:10.1038/466568a


The heartland of the United States lies within a tectonic plate, certain regions of which have experienced large and geologically recent earthquakes. Explanations for those events are still being sought.

Leia o artigo completo clicando aqui
Published online

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

New theory of why midcontinent faults produce earthquakes.

WEST LAFAYETTE, Ind. -- A new theory developed at Purdue University may solve the mystery of why the New Madrid fault, which lies in the middle of the continent and not along a tectonic plate boundary, produces large earthquakes such as the ones that shook the eastern United States in 1811 and 1812.

The theory suggests that the energy necessary to produce the magnitude 7-7.5 earthquakes came from stored stress built up in the Earth's crust long ago. Rapid erosion from the Mississippi River at the end of the last ice age reduced forces that had kept the New Madrid fault from slipping and triggered the temblors.

Eric Calais, the Purdue professor of earth and atmospheric sciences who led the study, said the theory is the first to explain how a fault could have had large earthquakes in the recent past but today show no signs of accumulating the forces needed to produce another earthquake.

"We understand why earthquakes happen at the contact between tectonic plates, like in California, but it has always been a puzzle as to why earthquakes occur in the middle of the continent as well, and with no visible surface deformation," Calais said. "Our theory links an external climate-driven process, the melting of the ice sheet, and earthquakes."

Calais and others have analyzed the fault for more than 10 years using global position system measurements to capture movements of the Earth's surface that represent a buildup of energy and have traditionally been used to evaluate the potential for an earthquake. As the data was collected, it became evident that such motion was not occurring along the New Madrid fault.

Andrew Freed, co-author of the paper and an associate professor of earth and atmospheric sciences at Purdue, said with no discernable motions at the surface to explain how the requisite crustal stresses could have built up in this area, these stresses must be left over from past tectonic processes that are no longer active.

"The only way to reconcile the fact that this part of the continent is not deforming but is producing earthquakes is for the stresses to have built up long ago, " Freed said. "Old geologic processes, such as the opening of the Atlantic and the uplift of the Rocky Mountains, may have squeezed the Midwest. The resulting stress remained stored for millions of years until uplift associated with the Mississippi erosion event led to the unclamping of old faults lying beneath."

If this area of the North American continent is preloaded with the stress that can lead to earthquakes, it will be difficult to assess earthquake risk in the region.

The fault segments that ruptured are unlikely to have future earthquakes as there is no current means to reload them, but there remains a risk that other faults in the region could experience large earthquakes in the future, Calais said.

"Unfortunately, this stored stress is invisible to us, and the usual methods of measuring strain and deformation to evaluate a spot's potential for an earthquake may not apply to this region," Calais said. "Under these conditions, once an earthquake occurs on a given fault, it's done; but this also means that other faults in the region that appear quiet today may still be triggered."

Details of the team's work, which was supported by a grant from the U.S. Geological Survey, appear in a paper in the current issue of Nature.

For a period from 16,000 to 10,000 years ago as the ice sheet melted, it steadily rushed water down the Mississippi River. As the river flowed, it washed away sediments and removed weight pressing down on the Earth's crust. With this relatively rapid removal of weight, the crust rebounded and bulged slightly up from its previous position. This slight arching caused the top layers of the Earth's crust to be stretched and the bottom layers to be compacted, exerting forces on the preexisting faults sufficient to trigger the earthquakes that began more than 3,000 years ago in the New Madrid region, culminating with the 1811-1812 events, Calais said.

More data needs to be collected to see whether this mechanism applies to similar seismic zones in the world, he said.

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Additional paper co-authors include Roy Van Arsdale of the University of Memphis and Seth Stein of Northwestern University.

Writer: Elizabeth K. Gardner, 765-494-2081, ekgardner@purdue.edu

Seismic Monitor - IRIS

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