domingo, 13 de junho de 2010

History Channel - Como nasceu nosso planeta.

O excelente documentário "Como nasceu nosso planeta" exibido pelo History Channel conta de forma bastante didática como surgiu nosso planeta, explicando quais processos físicos, geológicos, climáticos e astronômicos foram responsáveis pela formação e evolução da Terra.




Entre no Youtube que tem até parte 8.

sábado, 12 de junho de 2010

Terremotos são assunto do próximo Globo Ciência

Por Alexandre Henderson*

No Globo Ciência desta semana a homenagem será prestada ao homem que inventou o primeiro sismógrafo do mundo, aparelho que registra a intensidade de um terremoto. O episódio é dedicado ao chinês Zhang Heng evai ao ar nesta sexta (28), às 21h.

Dentre várias questões, uma a ser ressaltada: eventos como terremotos e tsunamis são resultado da interferência humana à natureza ou fenômenos de ordem natural?

Conversamos com o público nas ruas para saber o que elas fariam se fossem pegas de surpresa por um terremoto. Entrevistamos o geólogo Rogério Marcon e o geofísico Edmilson Leite, em Campinas, que mostraram uma versão moderna do sismólogo de Zhang Heng. O aparelho construído numa saleta na casa de Marcon, sentiu a vibração dos últimos tremores de terra em diversos países do mundo.

Participaram também do episódio o especialista Afonso Lopes, físico da USP e o sismólogo George Sand França, do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília. O primeiro explicou cientificamente as diferenças entre um terremoto e um tsunami, o que é a escala richter, o afastamento das placas no Atlântico, que vem promovendo, consequentemente, uma maior distância entre a África e a América com o passar dos anos. E por fim deu dicas de como se proteger de um terremoto.

George Sand França situou a posição do Brasil , em relação às placas tectônicas e falou sobre a possibilidade de sofrermos ou não um terremoto. Os brasileiros podem ficar tranquilos, porque, embora possíveis, as chances de um terremoto no Brasil são mínimas. Salve !Salve! Terra abençoada por Deus!

No programa contamos também com a participação do geofísico indiano Valiya Hamza. Ele citou e comentou sobre alguns terremotos recentes que ocorreram no mundo.

E a nossa equipe foi atrás de quem sofreu na pele esses tremidos tremores. A entrevistada foi a jornalista e documentarista Carolina Senra que esteve no Chile, quando aconteceu o terremoto em fevereiro deste ano. Ela contou detalhes sobre o que viu e ouviu, o medo, a vontade de regressar ao país e o significado da vida depois do fato. Fortes emoções!

* Alexandre Henderson é apresentador do Globo Ciência e desde 2007 percorre o Brasil em busca de inovações no campo científico-tecnológico.

Não perca!

O Globo Ciência vai ao ar sexta, às 21h.
Reprises: sábado (03h e 20h), domingo (14h), segunda (00h) e sexta (15h15)

fonte:futura

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Escudos ativados

Rocha magnetizada deu início ao campo magnético num passado próximo ao da origem da vida.

Por: John Matson (Geofísico da University of Rochester).

O potente campo magnético da Terra protege o planeta e seus habitantes do impacto total do vento solar, uma torrente de partículas carregadas que, em planetas menos protegidos como Vênus e Marte, com o passar do tempo eliminou suas reservas de água e degradou suas atmosferas. Desvendar a sequência de fatos que deu origem a esse campo magnético e o mecanismo que o gerou - um dínamo de fluido condutor no núcleo externo da Terra - pode ajudar a limitar a história da origem do planeta, incluindo a influência recíproca dos processos geológico, atmosférico e astronômico que tornaram o mundo habitável.

O geofísico John A. Tarduno, da University of Rochester, e seus colegas tentaram fazer exatamente isso, apresentando evidências de que a Terra tinha um dínamo gerador de campo magnético desde 3,45 bilhões de anos atrás, apenas cerca de 1 bilhão de anos após o planeta ter se formado. A nova pesquisa, publicada em 5 de março na Science, desloca o registro da Terra para pelo menos 200 milhões de anos antes. Em 2007, outro grupo já havia apresentado evidência similar, proveniente de rochas ligeiramente mais jovens, para a argumentação da existência de um forte campo magnético terrestre há 3,2 bilhões de anos.

Tarduno e seu grupo analisaram rochas do cráton de Kaapvaal, região do extremo sul da África que apresenta uma crosta do início do período Arqueano relativamente bem preservada (o éon Arqueano teve início há cerca de 3,8 bilhões de anos e terminou há 2,5 bilhões de anos). Em 2009 eles descobriram que algumas das rochas foram magnetizadas há 3,45 bilhões de anos - coincidindo, aproximadamente, com as evidências diretas do aparecimento da primeira forma de vida na Terra, há 3,5 bilhões de anos. Entretanto, uma fonte externa de magnetismo - como uma rajada de vento solar - não pode ser desconsiderada. Vênus, por exemplo, que não tem um campo magnético interno forte, apresenta um campo externo fraco induzido pelo impacto do vento solar na atmosfera densa do planeta.

O novo estudo examina a força magnético necessária para imprimir magnetismo nas rochas do Kaapvaal e conclui que o campo tinha 50% ou 70% de sua força atual. Esse valor é muitas vezes maior do que o esperado para um campo magnético de origem externa, como o fraco campo venusiano, confirmando a presença de um dínamo terrestre interior naquela época.

Os pesquisadores então foram além para verificar com que eficácia o campo poderia manter afastado o vento solar e descobriram que no início do Arqueano a magnetopausa, região do espaço onde o campo magnético encontra o vento solar, ficava a cerca de 30 mil km ou menos da Terra. A magnetopausa apresenta o dobro dessa distância atualmente, mas pode mudar em resposta a explosões energéticas extremas do Sol. "Aquelas condições estáveis de 3,5 bilhões de anos atrás são semelhantes ao que vemos atualmente durante fortes tempestades solares", nota Tarduno. Com a magnetopausa tão próxima, a Terra não poderia estar completamente protegida do vento solar e pode ter perdido muito de sua água.

Conforme se intensificam os esforços para encontrar planetas como a Terra fora do Sistema Solar, Tarduno observa que a relação entre o vento estelar, atmosferas e campos magnéticos deve ser levadas em consideração quando se projeta o potencial de habitabilidade de um planeta. Ele acrescenta que o impacto do compo magnético na reserva de água de um planeta é particularmente importante.

Peter A. Selkin, geólogo da University of Washington, em Tacoma, acha esse trabalho interessante e os resultados plausíveis, embora observe que mesmo as rochas relativamente bem preservadas do cráton de Kaapvaal foram submetidas a mudanças mineralógicas e de temperatura em pequena escala durante bilhões de anos. "Elas não se encontram no exato estado em que estava inicialmente", acrescenta. "Acredito que existam coisas que ainda devemos descobrir sobre os minerais que Tarduno e seus coautores utilizaram nesse estudo para aceitarmos completamente os resultados".

David J. Dunlop, geofísico da University of Toronto, está mais convencido, e classifica o trabalho como uma "demonstração muito cuidadosa". Os campos de força, segundo ele, "podem ser determinados com bastante segurança" para o intervalo de 3,4 bilhões a 3,45 bilhões de anos atrás. "Seria muito interessante se antecipássemos o princípio do geodínamo ainda mais, mas isso não parece viável", acrescenta. Segundo ele, em nenhum outro lugar do mundo a Natureza foi tão gentil ao preservar tão bem portadoras do antigo magnetismo.

(Fonte: Scientific American - Edição de Junho de 2010, páginas 13 e 14).

domingo, 6 de junho de 2010

Da Geofísica Brasil

ABGP oferece duas bolsas para usuários do Geofísica Brasil

Interessados em participar gratuitamente desta promoção têm até a próxima segunda-feira, dia 7 de junho de 2010, às 15 horas (horário de Brasília) para responder ao QUIZ e concorrer a duas bolsas de estudo integrais para o minicurso "Aplicação da Ressonância Magnética na Caracterização de Reservatórios" que será realizado no Rio de Janeiro de 9 a 11 deste mês.

A promoção é da Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo em parceria com o portal Geofísica Brasil.

Para saber mais clique aqui.

Fabio Rabin – Terremoto / Ronaldo

Para descontrair um pouco

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pode-se prever uma erupção vulcânica?

Quando um vulcão entra em atividade, o alarme é imediato. Historicamente, erupções são associadas a grandes tragédias. Mas elas não poderiam ser detectadas previamente, evitando piores consequências? Uma especialista responde. 

Apesar da grande preocupação e do empenho dos vulcanólogos, ainda não é possível prever exatamente quando ocorrerá uma erupção vulcânica. Entretanto, alguns sinais podem ser indicativos de alguma atividade próxima.

Antes de uma erupção, o magma se concentra em áreas abaixo do vulcão, chamadas reservatórios, onde ele se move produzindo vibrações, ou seja, pequenos terremotos. Esse mesmo movimento pode provocar o desabamento das encostas do cone vulcânico. À medida que o magma se aproxima da superfície, libera gases que podem ser detectados em regiões próximas do vulcão.

A análise desses gases permite verificar se há variação na sua quantidade e composição. O movimento do magma, porém, pode não resultar em erupção. Ao invés disso, ele pode esfriar e se solidificar na subsuperfície.

Como os vulcões, em geral, entram em atividade em intervalos de centenas a milhares de anos, eles não são continuamente monitorados, mesmo porque essa prática envolve alto custo e nem sempre se repete o mesmo padrão em diferentes erupções.

No entanto, quando o vulcão emite indícios precursores, é possível evitar que ocorra uma grande catástrofe.

(Fonte: Ciência Hoje - 03/06/2010).

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sapos e terremotos

Fonte: The Post Chronicle
Frogs in Greece earthquake (VIDEO) may have been a warning to residents, who suffered a devastating earthquake just hours after millions of the amphibians closed down a major highway as they ran from their lake.

A carpet of frogs closed a key highway in northern Greece on Wednesday, May 26, as they formed a mass exodus departing a nearby lake in Thessaloniki, reports Yahoo News.

Authorities reportedly closed the highway after three car drivers skidded off the road, although no injuries were reported.

However, just 72 hours later, a 6.5 magnitude earthquake struck Greece on Sunday, killing at least two people.

It was the first fatal quake in Greece since 1999, when 143 people died and thousands more were left homeless.

Aftershocks have rocked the area, leaving residents frightened and continuing the destruction of homes near the epicenter.

Mass exodus of frogs before an earthquake has been seen in China, and in America, people have reported their pets missing or acting unusual in the days leading up to a major earthquake.

Here is a video report about the mass frog exodus and earthquake.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

7.2 - 04 de abril de 2010 - México


Contribuição de Cristiano por e-mail

Mistérios geológicos de Marte ganham nova explicação


Um mistério de quase 40 anos em Marte pode agora estar sendo resolvido. Cientistas conseguiram reconstruir a formação de duas características inusitadas no polo norte do planeta: uma série de espirais e um abismo maior do que o Grand Canyon.

Gelo empoeirado

Em dois artigos publicados na edição desta quinta-feira da revista Nature, John Holt e seus colegas da Universidade do Texas descrevem como usaram dados obtidos pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa, a agência espacial norte-americana, para desvendar a composição da camada de gelo no norte marciano.

Na Terra, os mantos são formados principalmente pelo fluxo de gelo, mas em Marte, segundo a nova pesquisa, outras forças têm moldado as calotas. A calota ao norte é uma pilha de gelo e camadas de poeira com até 3 quilômetros de profundidade, que cobre uma área maior do que a do Estado de Minas Gerais.

Ao analisar em computador os dados de radar colhidos pela sonda, os pesquisadores puderam, como se estivessem retirando as camadas de uma cebola, verificar como a cobertura de gelo evoluiu com o tempo. 

Grand Canyon de Marte 

Uma das partes mais notáveis no polo norte marciano é a Chasma Boreale, uma depressão tão extensa como o Grand Canyon norte-americano, mas mais profundo.

Desde que foi descoberta, em 1972, cientistas estimavam que a depressão teria sido formada a partir do derretimento do fundo do manto de gelo pelo calor vulcânico. Mas o novo estudo indica que tanto a Chasma Boreale como as espirais foram criadas principalmente pela ação de fortes ventos, durante milhões de anos. 

Camadas complexas 

A nova pesquisa aponta também que a calota de gelo no norte marciano não é composta por muitas camadas relativamente planas, mas que conta com características mais complexas, entre as quais camadas com espessura e orientação diferentes ou camadas que simplesmente desaparecem em alguns pontos.

"Não se sabia da existência de uma estrutura de camadas tão complexa, que registram a história de acúmulo de gelo, erosão e ação do vento. A partir de agora, poderemos recuperar uma história detalhada do clima em Marte", disse Holt. 

Redescoberta 

Em 1982, Alan Howard, da Universidade da Virgínia, propôs em um artigo que as misteriosas espirais teriam sido formadas pela ação do vento, mas o trabalho foi ignorado pela comunidade científica, que bancava a hipótese da origem vulcânica. O novo estudo mostra que Howard estava certo.

Segundo Holt e colegas, a formação em espiral deriva dos ventos existentes na região, formados por ar denso e relativamente frio que circula a partir dos polos e por sobre as calotas.

A ação do vento é afetada pela força de Coriolis, perpendicular ao sentido do movimento do planeta. Na Terra, isso leva à formação de furacões, que giram em direções opostas nos hemisférios. Em Marte, essa força influencia nos ventos e nas depressões criadas, que assumem a forma de espirais.

Tremeu em Matuípe

Hoje por volta das três da manhã a terra tremeu em Matuípe-BA. Pela duração parece ser um evento de magnitude 2 a 2.5.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

6.5 Mw - ACRE, BRAZIL




Magnitude 6.5 Mw
horário
  • 24 de Maio de 2010 16:18:29 UTC
Localização 8.072°S, 71.569°W
Profundidade
580.5 km
Distancias
  • 125 km ESE de Cruzeiro do Sul, Brasil
  • 328 km E de Pucallpa, Peru
  • 464 km WNW de Rio Branco, Brasil

terça-feira, 18 de maio de 2010

Preparativos Para Terremoto

Fonte: Blog Amanhacer da Verdade

Os agentes funerários do Japão solicitaram ao governo que financie a estocagem de 200.000 caixões, em preparação para um possível grande terremoto em Tóquio. A notícia publicada em The Daily Yomiuri observa que “alguns peritos predizem realmente que, se um terremoto tão grave como o Terremoto da Grande Kanto, de 1923, acontecesse em Tóquio, cerca de 500.000 pessoas morreriam”. Os agentes funerários indicam que, em 1923, cerca de 100.000 pessoas morreram, e muitos corpos tiveram de ser incinerados por falta de caixões. Cerca de 2.000 caixões “desmontáveis” já foram estocados para esse fim pelo grupo de agentes funerários.

GS comentários: Não se é verdade essa informação, mas se positivo, toda e qualquer região do planeta em borda de placa deve ter esse procedimento. A minha preocupação é com a quantidade de madeira a ser utilizada.

domingo, 9 de maio de 2010

Magnitude 7.2 - SUMATRA, INDONESIA

Fonte:USGS -

Magnitude 7.2
Horário
* 09 de Maio de 2010 as 05:59:42 UTC
Localização 3.775°N, 96.055°E
Profundidade 45 km (esse valor é fixo pelo programa)
Distances 195 km SW de Lhokseumawe, Sumatra, Indonesia
215 km SSE de Banda Aceh, Sumatra, Indonesia

sábado, 8 de maio de 2010

Earthquake Destruction

Casa popular contra terremotos e furacões é apresentada no 5° Fórum Urbano Mundial


Rio de Janeiro - Das madeiras serradas, painéis e compensados são construídas casas populares de baixo custo e resistentes a desastres, como furacões e terremotos. Além disso, o mobiliário urbano do entorno também é todo sustentável e pronto para enfrentar abalos sísmicos. Durante o Fórum Urbano Mundial, que acontece até sexta-feira, o Conselho Euro-Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (EUBRA) apresenta o projeto Home4Haiti, com tecnologia inspirada na muralha da China. O modelo de residência foi desenvolvido por arquitetos brasileiros e italianos e pretende contribuir para a reconstrução do Haiti.

No projeto há dois tipos de casas, ambas de 50 metros quadrados, incluindo dois dormitórios, sala, banheiro e cozinha. A primeira faz uso de tijolos queimados, cimento e estrutura em aço. O prazo para construção é de, no máximo, 20 dias e o custo da casa pronta é de R$ 8 mil. Já a segunda é feita de madeira reaproveitada do Pará e do Maranhão. O custo da casa fica entre R$ 9 mil e R$ 11 mil, sem a montagem.

“A gente bolou um sistema de ventilação forçada, uma tecnologia simples, para que a casa possa ser vedada em casos de furacão. Para proteger a residência de terremotos, a gente usou pneus velhos, suporte de aço e tijolos solo cimento para fazer o amortecimento dos pilotis”, explica o presidente da EUBRA, Robson Oliveira.

Sistema de amortecimento

Móveis utilitários também são feitos com sobras de madeiras. A tecnologia de iluminação LED abastecida por energia eólica e solar, usada nas luminárias de rua, é proveniente da China e será transferida para o Brasil e o Haiti. O projeto prevê que as comunidades brasileiras e haitianas envolvidas sejam beneficiadas pelo projeto através de formação técnica, geração de emprego e renda e, portanto, melhor qualidade de vida.

O Fórum Urbano Mundial foi estabelecido pelas Nações Unidas para analisar um dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje: a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas. O tema central deste ano é “O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido”. As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva.

fonte: http://www.zap.com.br/revista/imoveis/tag/casa/

Pangea

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Livro disponível

Projetando Idéias: Livro Earthquake Engineering: New Research

Livro Earthquake Engineering: New Research. Nova Science Publishers | 2008 | ISBN: 1604567368 | 373 pages | PDF | 11,5 MB. Este livro trata de sismologia dentro da engenharia, incluindo, tsunamis, características do movimento do solo,

Esse livro é para os Engenheiros

Seismic Monitor - IRIS

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