| Magnitude | 5.5 Mb |
| Date-Time |
|
| Location | 31.264S 68.573W |
| Depth | 107 km |
| Distances |
|
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
5.5 Mb - SAN JUAN, ARGENTINA
domingo, 17 de janeiro de 2010
Magnitude 6.3 - DRAKE PASSAGE

| Magnitude | 6.3 |
|---|---|
| Dia-horário |
|
| Locatlização | 57.671°S, 65.910°W |
| Profundidade | 10 km (6.2 miles) set by location program |
| Distancias | 355 km SSE de Ushuaia, Argentina 595 km SSE de Punta Arenas, Chile |
sábado, 16 de janeiro de 2010
Do Animals have a 'Sixth Sense' About Earthquakes?
Por Benjamin Radford | fonte - Discoverey News
After earthquakes and tsunamis, stories often circulate of animals acting strangely or seeming to know of the disaster long before humans. Following the Dec. 26, 2004, Asian tsunami, some (erroneous) news reports claimed that no dead animals had been killed by the tsunami (they had supposedly all fled to higher ground), confirming animals' sixth sense.
A recent video showing a dog seemingly sensing an impending earthquake at a California newspaper office has popped up on YouTube.
What do we make of this? Is this evidence of a paranormal "sixth sense", as some people claim?
Animals that detect impending earthquakes don't necessarily have more senses than humans; they just have much higher sensitivity. The fact that animals have keener senses than humans is well-documented. Dogs have a remarkable sense of smell, birds can migrate using celestial cues, and bats can locate food with echoes. Elephants can detect faint vibrations and tremors (such as other elephants' footsteps) from fantastic distances.
The mistake is in confusing that higher sensitivity with some unknown -- perhaps paranormal -- power.
Animals may sense unusual vibrations or changes in air pressure coming from one direction that suggest they should move in the opposite direction. If a herd of animals are seen fleeing before an earthquake, all that is needed is for one or two of them to skittishly sense danger; the rest will follow -- not necessarily due to some supernatural earthquake-detecting sense, but simple herd instinct.
In fact, search-and-rescue dogs from around the world are being imported into the devastated country of Haiti as quickly as possible, their acute senses helping locate the thousands of missing and wounded victims.
Animals' ability to detect impending earthquakes is interesting and amazing, but has nothing to do with ESP or a "sixth sense."
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Texto do Prof. Veloso (ex-Chefe do Observatório Sismológico) publicado hoje no site da UnB.
Alberto Veloso
O catastrófico terremoto que atingiu o Haiti na última terça-feira misturou ingredientes da natureza e do homem: magnitude elevada, profundidade focal rasa e epicentro próximo de áreas densamente povoadas – com construções frágeis e inadequadas para suportar altas acelerações do terreno. O resultado não poderia ser diferente: destruição em massa, elevado número de mortos e feridos e uma multidão incalculável de desabrigados. Os próximos dias continuarão difíceis, pois novos terremotos – réplicas – podem acontecer e ampliar a tragédia.
Entretanto, com ajuda especializada, ainda se podem salvar vidas. Inicialmente o país receberá ajuda internacional para minorar seus problemas e para colocar um mínimo de ordem nas coisas. Depois virá a lenta e trabalhosa fase de reconstrução, que se espera seja feita sob a supervisão de organismos internacionais para garantir a adequada aplicação dos recursos financeiros em obras que tragam maior segurança aos haitianos. Este é o desenrolar do script para situações semelhantes que acontecem ao redor do mundo. Mas sempre fica a pergunta: com os conhecimentos e recursos de hoje não seria possível minimizar os efeitos deste e de outros grandes desastres?
A humanidade recebe do planeta que habita um sem número de dádivas; desde o ar que respira aos variados tipos de recursos naturais que explora. Para que isso exista, o Planeta Terra tem que trabalhar continuamente. Às vezes de forma longa e imperceptível, para criar um valioso campo petrolífero; ou de maneira brusca, extravasando material vulcânico na superfície do terreno que acaba se transformando em terras férteis, como as existentes em São Paulo, Paraná e Mato Grosso. A natureza tem seus caprichos. Hoje ela gera uma inundação aqui, um terremoto ali, uma erupção vulcânica, ou um tufão acolá. Assim foi e sempre será. Não deixar um fenômeno natural virar tragédia é competência do homem e nisso já se fala há muito tempo.
Em 1º de novembro de 1755, Lisboa quase desapareceu quando se viu atacada por um tríplice infortúnio. Um forte terremoto destruiu parte da cidade, gerou um tsunami assassino e, como se não bastasse, um incêndio consumiu muito do que ainda continuava de pé. Lisboa se reergueu, mas o desastre surpreendeu a Europa povoada de crenças de que se vivia no melhor dos mundos. Houve até embates filosóficos e deles tiramos um pensamento de Jean-Jacques Rousseau: não foi a natureza que concentrou a população e construiu Lisboa. Os terremotos acontecem e se não existissem casas e pessoas em sua área de influência, nada de ruim teria ocorrido.
Aplicar técnicas modernas de monitoramento de perigos naturais na identificação de zonas de riscos, estabelecer e cumprir normas na ocupação do solo, exigir construções mais seguras e treinamentos periódicos de moradores sujeitos ao perigo são ações que podem reduzir a vulnerabilidade dos grandes aglomerados populacionais. Agindo dessa forma, muitas comunidades sob perigo no Japão, Nova Zelândia e na Califórnia vivem sob risco aceitável. Planos dessa natureza exigem recursos tecnológicos e econômicos custosos, difíceis ou quase impossíveis de serem integralmente praticados por países com recursos escassos. Justamente neles, as cidades são mais expostas ao perigo e a atração para o desastre é permanente. Mesmo assim, um mínimo deveria ser feito, pois os mais humildes são sempre os menos assistidos.
Em futuro não distante, os sismólogos acreditam que será inevitável a ocorrência de terremotos fortes nas proximidades das áreas urbanas de São Francisco, Tóquio e Istambul. Seattle, na costa ocidental americana, é outro alvo. Devido à alta concentração populacional, particularmente nas três primeiras cidades, os desastres deverão ser severos, mas sua verdadeira grandeza dependerá enormemente de como essas cidades se preparam para receber o impacto das ondas sísmicas e de seus subseqüentes efeitos.
Nada indica que a freqüência dos terremotos vem aumentando, mas é inconteste o crescimento da população mundial e nos países menos desenvolvidos ela acontece com maior rapidez. O mundo está mais vulnerável. O aumento de perdas materiais, de vidas humanas e da dramaticidade dos desastres tende a crescer se não ocorrer mudanças radicais na maneira de enfrentar este e outros tipos de fenômenos naturais.
Mestrado e Doutorado em Geofísica!
Período: 11/janeiro a 29/janeiro/20010.
Áreas de concentração:
Geofísica Aplicada, Geoprocessamento e Análise Ambiental, Hidrogeologia, Geoquímica e Meio Ambiente
Edital: http://www.unb.br/ig
Números de terremotos
| Magnitude | Média Anual |
|---|---|
| >= 8 | 1 ¹ |
| 7 - 7.9 | 17 ² |
| 6 - 6.9 | 134 ² |
| 5 - 5.9 | 1319 ² |
| 4 - 4.9 | 13,000 (estimado) |
| 3 - 3.9 | 130,000 (estimado) |
| 2 - 2.9 | 1,300,000 (estimado) |
²Base desde 1990
Registro Mundial de terremotos por ano!
Veja que abaixo de 3 cai o número de terremotos, isso se deve ao fato da cobertura da rede mundial que não registra todos eventos no mundo abaixo da magnitude 4.5
| Magnitude | 2000 | 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 8.0 to 9.9 | 1 | 1 | 0 | 1 | 2 | 1 | 2 | 4 | 0 | 1 |
| 7.0 to 7.9 | 14 | 15 | 13 | 14 | 14 | 10 | 9 | 14 | 12 | 16 |
| 6.0 to 6.9 | 146 | 121 | 127 | 140 | 141 | 140 | 142 | 178 | 168 | 141 |
| 5.0 to 5.9 | 1344 | 1224 | 1201 | 1203 | 1515 | 1693 | 1712 | 2074 | 1768 | 1655 |
| 4.0 to 4.9 | 8008 | 7991 | 8541 | 8462 | 10888 | 13917 | 12838 | 12078 | 12291 | 6853 |
| 3.0 to 3.9 | 4827 | 6266 | 7068 | 7624 | 7932 | 9191 | 9990 | 9889 | 11735 | 2817 |
| 2.0 to 2.9 | 3765 | 4164 | 6419 | 7727 | 6316 | 4636 | 4027 | 3597 | 3860 | 2930 |
| 1.0 to 1.9 | 1026 | 944 | 1137 | 2506 | 1344 | 26 | 18 | 42 | 21 | 26 |
| 0.1 to 0.9 | 5 | 1 | 10 | 134 | 103 | 0 | 2 | 2 | 0 | 1 |
| No Magnitude | 3120 | 2807 | 2938 | 3608 | 2939 | 864 | 828 | 1807 | 1922 | 25 |
| Total | 22256 | 23534 | 27454 | 31419 | 31194 | 30478 | 29568 | 29685 | 31777 | 14465 |
| Estimated Deaths | 231 | 21357 | 1685 | 33819 | 228802 | 82364 | 6605 | 712 | 88011 | 178 |
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
38 Tremores no Haiti magnitude > 4.5 após o principal
39 4.9 2010/01/13 22:21:14 18.359 -72.510 10.0 HAITI REGION
38 4.8 2010/01/13 21:26:17 18.519 -72.457 10.0 HAITI REGION
37 4.6 2010/01/13 18:54:17 18.447 -72.607 10.0 HAITI REGION
36 5.3 2010/01/13 14:43:45 18.453 -72.922 10.0 HAITI REGION
35 4.7 2010/01/13 12:41:45 18.411 -72.814 10.0 HAITI REGION
34 4.5 2010/01/13 12:28:26 18.409 -72.728 10.0 HAITI REGION
33 5.0 2010/01/13 07:23:04 18.355 -72.884 10.0 HAITI REGION
32 4.5 2010/01/13 06:58:27 18.346 -73.062 10.0 HAITI REGION
31 4.5 2010/01/13 06:48:03 18.379 -72.876 10.0 HAITI REGION
30 4.6 2010/01/13 06:24:17 18.339 -73.059 10.0 HAITI REGION
29 4.7 2010/01/13 05:49:24 18.431 -73.019 10.0 HAITI REGION
28 4.9 2010/01/13 05:24:03 18.438 -72.837 10.0 HAITI REGION
27 5.2 2010/01/13 05:18:03 18.386 -72.905 10.0 HAITI REGION
26 5.8 2010/01/13 05:02:58 18.375 -72.960 10.0 HAITI REGION
25 4.7 2010/01/13 03:31:57 18.254 -72.922 10.0 HAITI REGION
24 4.6 2010/01/13 03:17:12 18.398 -72.997 10.0 HAITI REGION
23 4.6 2010/01/13 02:54:20 18.393 -72.974 10.0 HAITI REGION
22 4.7 2010/01/13 02:43:48 18.484 -72.984 10.0 HAITI REGION
21 4.8 2010/01/13 02:26:35 18.470 -72.836 10.0 HAITI REGION
20 4.7 2010/01/13 02:17:58 18.451 -72.956 10.0 HAITI REGION
19 4.9 2010/01/13 02:11:31 18.445 -73.026 10.0 HAITI REGION
18 5.4 2010/01/13 01:57:35 18.459 -72.924 10.0 HAITI REGION
17 5.0 2010/01/13 01:55:17 18.397 -72.824 10.0 HAITI REGION
16 5.5 2010/01/13 01:36:32 18.363 -72.832 10.0 HAITI REGION
15 5.3 2010/01/13 01:32:45 18.384 -72.950 10.0 HAITI REGION
14 4.7 2010/01/13 01:24:33 18.494 -72.811 10.0 HAITI REGION
13 5.1 2010/01/13 01:16:52 18.431 -72.856 10.0 HAITI REGION
12 4.6 2010/01/13 01:05:50 18.537 -72.666 10.0 HAITI REGION
11 5.2 2010/01/13 00:59:06 18.257 -72.914 10.0 HAITI REGION
10 5.0 2010/01/13 00:43:28 18.541 -72.486 10.0 HAITI REGION
9 4.8 2010/01/13 00:23:57 18.410 -72.716 10.0 HAITI REGION
8 4.5 2010/01/12 23:47:39 18.471 -72.851 10.0 HAITI REGION
7 4.5 2010/01/12 23:35:40 18.437 -72.811 10.0 HAITI REGION
6 4.8 2010/01/12 23:27:37 18.454 -72.808 10.0 HAITI REGION
5 5.1 2010/01/12 23:12:04 18.386 -72.555 10.0 HAITI REGION
4 4.2 2010/01/12 23:07:04 18.432 -72.620 10.0 HAITI REGION
3 5.5 2010/01/12 22:12:05 18.485 -72.556 10.0 HAITI REGION
2 5.9 2010/01/12 22:00:42 18.321 -72.848 10.0 HAITI REGION
1 7.0 2010/01/12 21:53:10 18.451 -72.445 10.0 HAITI REGION
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Magnitude 7.0 - HAITI 2010 January 12 21:53:09 UTC

BBC - imagens| Magnitude | 7.0 |
|---|---|
| Date-Time |
|
| Location | 18.451°N, 72.445°W |
| Depth | 10 km (6.2 miles) set by location program |
| Region | HAITI REGION |
| Distances | 15 km (10 miles) SW of PORT-AU-PRINCE, Haiti 140 km (90 miles) E of Les Cayes, Haiti |

Dados da estação SAML (Samuel,
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
tremor de 4.3 em Taipu-RN
sábado, 9 de janeiro de 2010
Tremor em Taipu ~ Magnitude ~ 3.7

Tremor a cerca de 38 km de RCBR foi sentido em João Câmara - RN
De acordo com o Prof. Joaquim da UFRN, o tremor foi em Taipu-RN, e também foi sentido em Poço Branco.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Vamos a Caxias-RS
A equipe será
Cristiano Chimplignond, Patrícia Fernandes e Umberto.
O Cristiano é pesquisador que já fez esse trabalho em Caraíbas, que é a região com o primeiro terremoto com vítima fatal no país. Experiente e grande especialista nesse tipos de atividade.
Boa Sorte Gente e estou com uma vontade louca de ir!!
O pré-sal, a geofísica e o MEC, artigo de Fernando Zaider
Fernando Zaider é jornalista e editor do Portal Geofísica Brasil (www.geofisicabrasil.com). Artigo publicado no "Correio Braziliense":
Em que pesem os excelentes serviços prestados, o Ministério da Educação está prestes a cometer grave erro que poderá conduzir o país a um atraso. Os membros do comitê responsável pelo projeto Referenciais Nacionais de Cursos de Graduação, coordenado e conduzido dentro do MEC, não devem saber a diferença entre geofísica e geologia e acreditam que devem unificar os dois cursos de graduação num só, o de geologia.
Sem geofísicos, o petróleo abundante e de boa qualidade, que tornaria o país um exportador de hidrocarbonetos, ficaria fadado a permanecer oculto e intocado nas profundezas da camada do pré-sal. Não é possível conhecer a geologia marinha sem a ajuda essencial da geofísica.
Mas não é só na indústria do petróleo que os geofísicos podem atuar. O setor mineral está aquecido para pesquisa exploratória. E, especialmente em áreas cobertas por espessa vegetação, como a Amazônia, região de difícil acesso por via terrestre, a geofísica aérea ganha em agilidade e logística.
Atribui-se à geofísica a compreensão da estrutura interna do planeta. Graças aos pesquisadores geofísicos, foi possível elaborar a Teoria da Tectônica de Placas, amplamente aceita hoje e que explica as causas de terremotos e tsunamis.
Diferentemente da geologia, que estuda a Terra a partir dos afloramentos visíveis na superfície, os métodos geofísicos se baseiam na medição e comparação de fenômenos físicos como eletricidade, magnetismo, radioatividade, acústica, ótica, ondas, sísmica, gravidade, entre outras medidas que nos permitem mapear e "enxergar" a subsuperfície do planeta com grande precisão.
Não é só no Brasil que a falta de geofísicos qualificados preocupa. No Reino Unido, por exemplo, devido a dificuldades para formar novos geofísicos, a Associação Britânica de Geofísica faz uma série de recomendações para assegurar o "fornecimento equilibrado de geofísicos graduados, aptos a satisfazer as demandas de curto, médio e longo prazos da indústria da energia em geral e do país".
Na introdução de um estudo realizado pela entidade em 2006, Lorde Browne of Mandigley, principal executivo do Grupo BP (British Petroleum), definiu a geofísica como matéria ampla situada no ponto de encontro de muitas das grandes ciências - física, astronomia, ciências planetárias, geologia, ciências ambientais, oceanografia e meteorologia.
"As observações geofísicas são fundamentais para o nosso entendimento da Terra e seu funcionamento. A geologia moderna é amplamente baseada nessas observações", afirmou o executivo do BP. E foi além: "A geofísica é uma ferramenta essencial no armazenamento seguro de lixo radioativo, monitoramento de tratados de banimento de testes e armas nucleares, avaliação e mitigação de fenômenos naturais, o sequestro de dióxido de carbono da atmosfera e a caracterização e proteção das fontes de água do mundo. É a única maneira de investigar e aprender sobre os processos e estruturas profundas da Terra e, portanto, um suprimento de geofísicos é vital para o futuro da nação".
A Academia Brasileira de Ciências manifestou sua preocupação ao ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. "A decisão do MEC de extinguir cursos de graduação em geofísica, colocando-os dentro dos cursos de geologia, atinge profundamente os sete cursos em funcionamento (IAG/USP, UFF, UFRN, UFBA, Unipampa, UFPA, UnB), sendo que o mais antigo deles (USP) acaba de completar 25 anos de existência."
Para 24 acadêmicos de Ciências da Terra e do Universo, a decisão do MEC pode ser danosa ao desenvolvimento científico e tecnológico da área. Há três novos cursos em fase de projeto nas universidades Estadual Paulista (Unesp), Federal de Ouro Preto (Ufop) e Estadual de Campinas (Unicamp), em vista da carência e grande procura por profissionais da especialidade, motivada pelo incremento da atividade da indústria do petróleo e da exploração mineral no Brasil.
A convergência de denominações em andamento no MEC, que pretende atualizar e unificar as designações de milhares de cursos de graduação que têm projetos pedagógicos e perfis semelhantes, mas com nomenclaturas diferentes, está para cometer grave erro e poderá, se vier a acabar com os cursos de geofísica, conduzir o país a um retrocesso, freando a formação de profissionais capacitados para atender à crescente demanda por serviços especializados e novos pesquisadores em geofísica.
(Correio Braziliense, 5/1)
Pesquisador do Observatório Nacional destaca-se internacionalmente como revisor
O geofisico Valiya Mannathal Hamza, de 68 anos, pesquisador há 15 anos do Observatório Nacional (ON), do Rio de Janeiro, foi escolhido pelos editores da Sociedade Geológica dos Estados Unidos (The Geological Society of America), como um dos melhores revisores no mundo, em 2009.
Entre os cinco profissionais selecionados Hamza é o único pesquisador sediado no Brasil. Os outros quatro são norte-americanos.
Hamza é especialista em geotermia. Ele é indiano e está no Brasil há 50 anos. Hoje, é coordenador do Laboratório de Geotermia da Coordenação de Geofísica do ON.
A GSA, que é lider em Geociência avançada, foi fundada em 1888 e tem 22 mil membros em 97 países.
Título: Softwares aplicados a Geofísica/Sismologia Básica.
Data do curso:
início: 25/01/2010
fim: 05/02/2010
período: matutino (início 8:00)
Carga Horária: 40 horas
Inscrições dia 18/01 a 20/01/2010
Informações: Vania - aux.secretaria
Observatório Sismológico - Universidade de Brasília (UnB)
SG 13 Campus Universitário Darcy Ribeiro
61 33404055 / 33072676 - email (vaniaalencar@unb.br)
domingo, 3 de janeiro de 2010
Tremor em Aroeiras distrito de Coreau CE - Magnitude 2.7
Fonte: Técnico Eduardo Alexandre, UFRN.
A estacão sismográfica de SBBR (monitorada pela UFRN), instalada na Faz. EMBRABA em Sobral registrou na madrugada de hoje 00:28 h GMT(03:28 h hora local) um evento sísmico ocorrido na região de Aroeiras distrito de Coreaú CE.
O mesmo teve sua magnitude preliminar calculada em 2,7 Mb, a uma distancia epicentral de 33 km a noroeste da estação de SBBR.
O mesmo foi sentido num raio de aproximadamente 30 km.
A defesa Civil de Sobral, vem acompanhado toda atividade sísmica na região, e a mesma entrou em contato com o Laboratório de Sismologia da UFRN através do Inspetor e Coordenador da Defesa Civil de Sobral Jorge Trindade,e também do Francisco Brandão da Defesa Civil do Estado do Ceara em Fortaleza, para obter mais informações sobre o mesmo.
Sem mais,
Eduardo Alexandre.
Tec. Responsável.
Ubaúna sentiu -
BLOG DO GLEISON: Tremor de Terra em Ubaúna
de BLOG DO GLEISON
Boa parte da população de Ubaúna sentiu um tremor de terra nesta noite de sábado para domingo, por volta das 00:30hs da manhã, algumas pessoas confessam ter ouvido o telhado tremer e o portão fazer barulho dentro de alguns segundos. ...
Cometários: Lembre que Aroeiras é um distrito do Coreaú e não uma cidade a sudeste de Sobral
sábado, 2 de janeiro de 2010
Morre a última sobrevivente do terremoto de São Francisco, 1906.
Jeanette Scola Trapani tinha 4 anos no terremoto de 1906, mas sua filha relatou que ela tinha lembrança clara do disastre.Survivor of 1906 S.F. quake dies at age 107
Though she was only 4 years old at the time of the earthquake, she had clear memories of the disaster, said her daughter, Dolores Legge.
"She vividly remembered the terrible smell of the smoke from the burning city and how she and her family had to live in a tent in the Presidio," Legge said.
Mrs. Trapani was a third-generation San Franciscan, born on Telegraph Hill on April 21, 1902. She was raised in the city, developed an interest in music and earned her living by giving private piano lessons.
She married Vincent Trapani in St. Vincent de Paul Church in San Francisco's Cow Hollow in 1929, and they remained married until his death in 1996.
Vincent Trapani was in the beverage business, and the couple lived in Southern California for many years. They moved back to the Bay Area in 1976 and lived in Walnut Creek.
Mrs. Trapani was active in Catholic charities, particularly the Hanna Boys Center in Sonoma and St. Boniface Church in San Francisco.
She drove until she was 100 years old, and in an interview in February, she told The Chronicle that she enjoyed a glass of wine every night.
Mrs. Trapani moved to El Dorado Hills, near Sacramento, in 2006 to be near her daughter.
"She was a wonderful, wonderful lady," Legge said.
Mrs. Trapani is survived by her daughter, Dolores Legge; four grandchildren; and 12 great-grandchildren.
A vigil service will be held at 4 p.m. Sunday at Halsted N. Gray-Carew and English funeral home at 1123 Sutter St., San Francisco. A funeral Mass will be celebrated at 9:15 a.m. Monday at St. Vincent de Paul Church, Green and Steiner streets.
"My mother was married in that church," Legge said. "We wanted to bring her back to San Francisco."



