16/12/209 Agência Estado
A empresa Geopower Basel já pagou cerca de 9 milhões de francos suíços (US$ 9 milhões) em compensações por paredes rachadas e outros tipos de danos a propriedades localizadas nas proximidades do experimento. O projeto foi suspenso na época e fechado na semana passada depois que análises de risco concluíram que mais terremotos poderiam ocorrer se as perfurações continuassem. O objetivo do experimento era ser o primeiro gerador do mundo a produzir energia, comercialmente, com água fervente a partir de pedras existentes a uma profundidade de cinco quilômetros. Haering disse que havia um plano de emergência. "A cada minuto sabíamos o que estava acontecendo e poderíamos agir instantaneamente."
Haering pode pegar até cinco anos de prisão se o juiz entender que ele danificou as propriedades da Basileia. O veredicto deve sair nas semana que vem. Outras tentativas na Suíça de aproveitar o calor das pedras continuam em zonas que são menos suscetíveis a terremotos. Perfurações preliminares começaram no mês passado em Zurique com o objetivo de verificar se a área é adequada para o projeto. St. Gallen, localizada no leste do país, pretende iniciar suas perfurações para um projeto geotérmico no ano que vem. As experiências suíças são observadas de perto nos Estados Unidos, onde o Departamento de Energia patrocina mais de 120 projetos de geração de energia geotérmica em vários Estados. Uma empresa líder no setor, a AltaRock Energy, suspendeu suas perfurações em setembro ao norte de São Francisco. A empresa informou que a medida foi tomada por causa das dificuldades nas perfurações e que não havia temores de terremoto. As informações são da Associated Press.









