domingo, 15 de março de 2009

Drivers

Do you ever notice that when you're driving, anyone going slower than you is an idiot and everyone driving faster than you is a maniac?

Morador da Asa Sul joga lixo em local proibido

Foi na manhã deste sábado, dia 14, entre os blocos A e B da 704 Sul. Uma placa mostrava que é proibido jogar lixo ou entulho no local. Mas um funcionário jogava o lixo sem se intimidar. O dono da quadra que mandou eu jogar”, justifica o funcionário.

O chamado dono da quadra se apresentou e explicou: “eu, como professor do Departamento de Bioquímica da Universidade de Brasília, formado em odontologia, em matemática, pós-graduado em periodontia e implantodontia, mestre em implantodontia e doutor no Núcleo de Proteômica da UnB, conscientemente, estamos transportando o “lixo”, que é o resultado do corte da nossa grama, que o carroceiro virá apanhá-la”, justifica o morador Vitório Campos da Silva.

A multa para quem jogar entulho em local público é de até R$ 1.523. A lei vale para todos, com ou sem diploma universitário.

----O cara na TV e colocar seu CV para justificar o erro! Não entendi!!! Tremendo terremoto!!

sábado, 14 de março de 2009

Devon, Petrobras Find Gas in Brazilian Offshore Wel

by Takato (e-mail)

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Source: http://www.bloomber g.com/apps/ news?pid= 20601072&sid=a7ix5qWox0Ig


By Joao LimaMarch 11 (Bloomberg) --
Devon Energy Corp., Petroleo Brasileiro SA, and SK Energy Co. found evidence of gas in an offshore block in Brazil’s Barreirinhas Basin, the country’s petroleum regulator said.

The discovery was made by Transocean Ltd.’s “Deep Water Discovery” rig at well 1DEV14AMAS in the BM-BAR-3 block off Brazil’s northeast coast at a water depth of 2,336 meters (7,664 feet) and a final depth of about 4,825 meters, the National Petroleum Agency said on its Web site.

Oklahoma City-based Devon is the operator and owns 45 percent of the concession. Petrobras, Brazil’s state-controlled oil company, holds a 25 percent stake and SK Energy Co., South Korea’s largest oil refiner, holds 30 percent. The companies haven’t determined if the find can be developed commercially.

Devon rose as much as 6.4 percent to $42.97, and traded at $42.23 as of 10:20 a.m. in New York.
Devon, the biggest independent U.S. oil and gas producer, has about 90 percent of its proven reserves in North America and is seeking to find new assets elsewhere. In Brazil, it has producing assets in the Polvo undersea field, which is located in the Campos Basin near Rio de Janeiro and has about 50 million barrels of resource potential, according to Devon’s Web site.
The BM-BAR-3 block was bought at an auction in 2002 and Devon has agreed to drill at least four wells.

Devon on Feb. 4 said it will reduce spending on exploration and development by more than half after energy prices collapsed. The exploration and development budget will fall to between $3.5 billion and $4.1 billion in 2009, down from $8.5 billion in 2008, Chief Executive Officer Larry Nichols said that day. thermal units.

To contact the reporter on this story: Joao Lima in Lisbon at jlima1@bloomberg. net

quarta-feira, 11 de março de 2009

Objeto voador não identificado ilumina céu de Brasília

Cientistas tentam desvendar o mistério em torno do facho de luz em tom verde que cortou o céu da capital do país na noite de sábado. Moradores do Distrito Federal viram um objeto voador não identificado (Ovni) com brilho e comportamento bem diferentes de um avião. Astrônomos acreditam se tratar de um meteorito ou pedaço desgarrado do cometa Lulin. Equipamentos da Universidade de Brasília (UnB) registraram um sinal ainda não explicado no nordeste de Goiás, onde habitantes também dizem ter presenciado um fenômeno parecido com o testemunhado pelos brasilienses.

Além do brilho, os goianos ouviram um estrondo no mesmo dia e horário em que os moradores do DF avistaram o facho de luz. Se caiu na Terra, é provável que o Ovni esteja em alguma fazenda de Divinópolis (GO), cidade de pouco mais de 5 mil habitantes a 460km de Brasília. Moradores passaram o domingo e a segunda-feira procurando uma cratera ou rastro deixados pelo misterioso objeto, visto cruzando os céus do DF e Goiás entre as 19h20 e as 20h30. Até o fim da noite de ontem, não haviam achado nada.

O Correio encontrou 12 pessoas que afirmaram ter visto o Ovni — sete no DF e cinco em Goiás. Enquanto passava de carro com o pai pela DF-001, próximo aos condomínios do Jardim Botânico, Caio, de 9 anos, gritou: “Olha um disco voador!”. Eram 19h20. O pai, o servidor público Lyel Campanatti, 42, parou o carro no acostamento e também avistou uma luz esverdeada cruzar o céu em altíssima velocidade. O fenômeno não durou mais que cinco segundos. “Parei o carro para esperar o estrondo. Pensei que pudesse ser um avião caindo”, afirmou o pai. “Achei que era uma estrela cadente. Contei na escola, mas ninguém acreditou. Nunca tinha visto no céu algo diferente da lua e das estrelas”, comentou Caio.

Quando os dois chegaram em casa, a caçula Luara, de 6 anos, correu em direção ao pai para contar que também tinha visto uma “luz brilhosa” no céu. A mãe não havia acreditado na filha. “Eu estava voltando para casa com minha mãe. Aí eu tava no cantinho do carro. Quando olhei pela janela lá pra cima, vi um negócio verdinho passando no céu. Eu falei: ‘Mamãe, mamãe, olha o negócio verde voando!’ Mas aí passou uma árvore e ele sumiu”, relatou a menina. Luan, o filho mais velho de Lyel, estava assistindo à televisão na sala da casa e foi o único que não viu nada. “Acredito mais ou menos neles”, brincou. O pai acessou a internet afoito, mas não encontrou notícia alguma sobre o fato.

Ao ligar para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lyel ouviu de um dos funcionários relato parecido. O meteorologista Manoel Rangel também viu o clarão quando chegava ao Inmet, no Sudoeste. “Achei que aquilo fosse cair, deixando um rastro. Nunca vi nada tão grande e tão baixo no céu”, acrescentou Rangel. Segundo ele, porém, o objeto foi se despedaçando rapidamente. “Mesmo se eu estivesse com uma câmera ia ser difícil registrar alguma coisa. Foi muito rápido”, disse.

Alienígena
O estudante Pedro Henrique Domingues, de 16 anos, estava com mais três amigos na praça do condomínio onde mora, no Grande Colorado. Por volta das 19h20 de sábado, ele se espantou com um facho de luz rasgando o céu. “Vi aquele negócio todo verde. Pensei que era, sei lá, um alienígena”, contou. Nenhum dos três amigos viu. E ninguém acreditou em Pedro. “Disseram que eu estava doido. Mas eu vi. Cheguei em casa e ainda contei para minha mãe”, afirmou. Ele costuma ver estrelas cadentes de onde mora. Mas algo colorido, garantiu, foi a primeira vez.

Irmão de Pedro, Marcelo Domingues, de 37 anos, preside o Clube de Astronomia de Brasília. No telhado da casa dele, também no Grande Colorado, existe uma câmera capaz de registrar a passagem de meteoritos e Ovnis. O equipamento foi instalado em dezembro de 2008 e é o terceiro do tipo em funcionamento no Brasil — os outros dois ficam em São Paulo. Depois que soube do fenômeno, Marcelo vasculhou as imagens capturadas no sábado, mas não identificou nada anormal. “Pode ter sido o tempo nublado. E o equipamento ainda está em teste.”

Em 12 de fevereiro, a câmera gravou um objeto riscando o céu por 16s, provavelmente restos de um satélite no espaço. Já em relação ao fenômeno do último sábado, o servidor público e astrônomo amador acredita que tenha sido um meteorito. “A maioria deles explode no céu, quando chega à parte mais densa da atmosfera”, explicou Marcelo. “Se tivéssemos mais câmeras, poderíamos ter detectado o que houve no sábado.”

Policiais
Dois delegados e três policiais militares de Goiás também viram o facho de luz. Eles voltavam em dois carros de uma fazenda em Iaciara, onde investigavam o roubo de gados. Por volta das 21h30, na estrada entre Aciara e Divinópolis, viram a luz esverdeada. Ela clareou grande trecho da rodovia estadual e da mata nas duas margens. “De repente, cruzou na nossa frente esse facho de luz, a mais ou menos 1km. O que me deixou intrigado foi o modo como percorreu o céu, de forma retilínea. No fim, deu um pouco de cauda. Não tinha som”, contou André Fernandes de Almeida, delegado regional de Posse.

Moradores de Divinópolis falam em estrondo. Alguns dizem ter ouvido uma explosão após a queda do Ovni brilhante. Internautas também relataram o fenômeno em sites de ufologia. “O objeto mudou de cor azul para uma bola grande de fogo com cauda que parecia ter um farol que iluminou a cidade e depois se apagou. Logo depois surgiu uma grande explosão seguida de um tremor de terra. Minha casa balançou e o teto tremeu”, descreveu Darcy Augusto, morador de São Domingos, vizinha a Divinópolis de Goiás.

Em busca de esclarecimentos
A Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Museu Nacional do Rio de Janeiro e a Força Aérea Brasileira (FAB) investigam o fenômeno. Nenhum descarta a hipótese de ser um meteorito. “Mas só temos a constatação quando é encontrado algum pedaço dele”, afirmou a responsável pelo setor de meteoritos do Museu Nacional, a astrônoma Maria Elizabeth Zucolotto. A instituição é referência no estudo de meteoritos no Brasil. No entanto, o diretor do Planetário da UFG, o astrofísico Juan Marques Barrio, diz que nem mesmo imagens são suficientes para esclarecer fenômenos, pois “as nuvens podem tornar tudo muito diferente”.

Barrio descartou a possibilidade de o Ovni ser um satélite artificial em órbita bem próxima e visível ao olho nu. “Os radares da Aeronáutica não registraram nada. Também é difícil ser um avião, por causa do clarão”, comentou. O objeto pode ser um meteorito ou um pedaço do cometa Lulin, segundo Barrio. “Não é difícil que se desprenda um pedaço do cometa. Nesse caso, a entrada na atmosfera produz um estrondo. Como é feito de gelo, ele derrete antes de atingir o solo”, explicou. Os radares da FAB não registaram nenhum fenômeno atípico no dia e hora que os moradores avistaram o Ovni sobre Goiás e Brasília.

Sinal detectado
O Observatório Sismológico da UnB não registrou tremores de terra em Brasília nem no norte de Goiás na noite de sábado. No entanto, às 19h49, a estação de infrassom identificou um sinal a 26º a nordeste de Brasília. São Domingos fica a 36º nessa direção. “Só teremos certeza de que foi um meteorito se acharem alguma coisa. Mas tudo indica que sim”, comentou o engenheiro do observatório Lucas Moreira, especialista em processamento digital de sinais.

O meteorologista do Inmet Hamilton Carvalho não viu nada no sábado e não crê em meteorito. “Algumas descargas elétricas podem ganhar tonalidades verdes, azuis”, observou. A FAB informou que a Autoridade Operacional de Defesa Aeroespacial (Aoda), do Comando de Defesa Aeroespacial, não registrou qualquer Ovni na noite de sábado.

Mais Concursos!! Geofísica

A UFRN lançou DOIS concursos para Geofísica, sendo 01 vaga para a área de Sísmica e 01 vaga para a área de Prospecção Geofísica.

Todas as informações referentes aos dois concursos da UFRN estão no site:

http://www.prh.ufrn.br/conteudo/concursos/prog_efet005-09.htm

em associação com o Departamento de Geofísica.

O edital correspondente é o "Edital 005/2009". Atentar para o fato de que há um "Aviso de Retificação do Edital 005/2009" que, para o caso dos dois concursos da Geofísica, acrescentou nos requisitos do doutorado o termo "áreas correlatas", em adição à exigência de doutor em Geofísica ou em Geociências, de modo a permitir que profissionais que trabalham em Geofísica com título de doutor em Matemática ou Engenharia também possam prestar o concurso.

Informação: Prof. Walter Medeiros

5.6 Mb - SAN JUAN, ARGENTINA



São Paulo sentiu?
Acredito que não! Tremor foi raso.

Fonte:USGS/IRIS

Magnitude 5.6 Mb
Data-hora 11 Mar 2009 13:06:54 UTC
Localização 31.860S 69.146W
Profundidade 27 km
Distancias 69 km WSW de San Juan, Argentina

Dados da estação RCBR (Riachuelo, Brasil)

último registro

11/03/09 13:48 GMT


segunda-feira, 9 de março de 2009

Frase da economia!

Assim como os sismólogos dizem aprender mais com um terremoto de grandes proporções do que com uma dúzia de pequenos tremores de terra,um raciocínio semelhante é feito pelos especialistas em finanças.

Essa frase não tem sentido! Os sismólogos brasileiros não tem opção!


http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0938/financas/busca-estabilidade-perdida-425336.html

Capes aprova a nova classificação do Qualis

Sistema de avaliação de periódicos e anais de eventos está mais objetivo, diz coordenadora de Gestão da Informação da agência

Após classificação pela maior parte das áreas do conhecimento, o Qualis, sistema de avaliação de periódicos e anais de eventos da Capes, segue agora uma nova escala de análise. O anúncio foi feito durante a 107° reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), realizada entre os dias 3 e 5 de março em Brasília.

A nova estratificação transforma a estratificação baseada no cruzamento de dados sobre a circulação dos veículos de publicação da produção científica (local, nacional e internacional) e a sua qualidade (A, B, C) em uma nova escala formada por oito estratos (A1, A2, B1 a B5 e C). O estrato C tem peso zero.

Para Valdinei Costa Souza, coordenadora de Gestão da Informação, a alteração torna a avaliação mais objetiva. "Tínhamos problemas com a interpretação da antiga escala, principalmente em relação à circulação. Era comum a confusão na distinção de qualidade entre os veículos de origem estrangeira como os de circulação efetivamente internacional, assim como de veículos brasileiros, que tinham qualidade internacional, e que, portanto, não poderiam ser classificados como ‘nacionais'".

Com a mudança, existe uma maior consistência na interpretação dos resultados da classificação do Qualis. "Os critérios definidos por cada uma das quarenta e sete áreas de avaliação para a classificação de periódicos e eventos, na nova escala, exigem padrões de qualidade crescentes", explica Valdinei.

Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados. Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação de periódicos e anais de eventos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.

Nesta reunião do CTC-ES, 41 áreas tiveram suas classificações homologadas. As seis restantes têm até o fim do mês para concluírem seus trabalhos. Esta avaliação é referente ao ano-base 2007. Ainda este ano será anunciada a avaliação do ano-base 2008.
(Assessoria de Comunicação da Capes)

Terra recuperada

Em artigo na Nature, cientistas descrevem registro inédito do processo de cura do solo após terremoto que matou mais de 26 mil pessoas no Irã

Com ajuda do satélite Envisat, da Agência Espacial Européia (ESA), um grupo de cientistas conseguiu registrar o processo de “cura” do solo após o terremoto que atingiu a região da cidade de Bam, Irã, em 2003.

Com magnitude estimada em 6,3 na escala Richter, o terremoto provocou a morte de mais de 26 mil pessoas, ferindo outras 30 mil e destruiu a cidade.

As imagens, obtidas pelos pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e Riverside e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, revelam a deformação e a recuperação da crosta terrestre, na primeira vez em que o fenômeno pode ser observado diretamente. O estudo foi publicado em artigo na edição desta quinta-feira (5/3) da revista Nature.

Terremotos causam dilatações na zona atingida, em um processo por meio do qual a perda de material granular aumenta a porosidade e o volume da falha entre dois blocos rochosos.

O terremoto em Bam ocorreu em uma falha localizada diretamente sob a cidade. O evento produziu grandes cortes em profundidades de 3 a 7 quilômetros, mas deixou poucos sinais na superfície.

Os pesquisadores usaram uma técnica de sensoriamento remoto conhecida como InSAR para montar um conjunto de imagens feitas por radar que ressalta as variações na deformação na superfície nos três anos seguintes ao terremoto.

As imagens revelaram ainda o afundamento nas partes acima da falha, que, segundo os autores do estudo, teria sido causado por uma reversão na dilatação gerada durante o terremoto.

O artigo Shallow fault-zone dilatancy recovery after the 2003 Bam earthquake in Iran, de Eric Fielding e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com
(Agência Fapesp, 5/3)
JC e-mail 3714, de 05 de Março de 2009.

sexta-feira, 6 de março de 2009

I Semana de Geofísica da UFRN

Do coordenadores (Aderson do Nascimento
Secretário da Regional Nordeste Setentrional da SBGf

Walter Medeiros
Coordenador do Curso de Graduação em Geofísica da UFRN)

" É com imenso prazer que informamos a toda comunidade geofísica que o site
da I Semana de Geofísica da UFRN (I SeGef):
http://www.geofisica.ufrn.br/segef/ está disponível.

No site, toda a programação e demais informações relevantes (inscrições,
mini-cursos etc) estão disponíveis.

Um grande abraço e até breve em Natal,"

quarta-feira, 4 de março de 2009

Estou em Natal para Defesa do Heleno

Estou na minha terra para mais uma defesa de Mestrado!

Agora é do Heleno!!
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Dissertação aborda atividade sísmica em São Caetano-PE

Nesta sexta-feira, dia seis, às 9h, no Laboratório de Geologia e Geofísica de Petróleo – LGGP vai ser apresentada a dissertação do aluno Heleno Carlos de Lima Neto, intitulado ‘Estudo da Atividade Sísmica em São Caetano-PE em 2007’.

Orientado e co-orientado, respectivamente, pelos professores da Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica, Joaquim Mendes Ferreira e Aderson Farias do Nascimento, terá como examinadores internos Joaquim Mendes Ferreira (UFRN), Francisco Hilário Rego Bezerra (UFRN) e como examinador externo o professor George Sand Leão de Araújo de França (UnB).
(agecom-ufrn)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A ciência e as religiões

Por Marcelo Gleiser
Folha de SP, 22/2


Forçar a rigidez é condenar a congregação a viver no passado

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo". Artigo publicado na “Folha de SP”:

Como escrevi em colunas recentes, neste ano celebramos dois grandes aniversários. O primeiro, o bicentenário do nascimento de Charles Darwin e o sesquicentenário da publicação de seu revolucionário "A Origem das Espécies". O segundo, os quatrocentos anos da publicação do livro "Astronomia Nova", em que Johannes Kepler mostrou que a órbita de Marte é elíptica, inferindo que todas as outras seriam também.

No mesmo ano, 1609, Galileu Galilei apontou o seu telescópio para os céus mudando a astronomia para sempre.

Em ambos os casos, as descobertas científicas criaram sérios atritos com as autoridades religiosas. Atritos que, infelizmente, sobrevivem de alguma forma até hoje, principalmente com as religiões monoteístas que dominam o mundo ocidental e o Oriente Médio: judaísmo, cristianismo e islamismo. O momento é oportuno para iniciarmos uma reavaliação das suas causas e apontar, talvez, resoluções.

Simplificando, pois temos apenas algumas linhas, o problema maior não começa no embate entre a ciência e a religião. Começa no embate entre as religiões. Existe uma polarização cada vez maior já dentro das religiões entre correntes mais ortodoxas e aquelas mais liberais. As diferenças são enormes. Por exemplo, no caso do judaísmo, podemos hoje encontrar rabinas liderando congregações, algo que enfureceria ao meu avô e a seus amigos.

Nos EUA, algumas correntes protestantes, como os episcopélicos, têm pastores e bispos abertamente homossexuais. Nessas correntes mais liberais dentre as religiões se vê também uma relação completamente diferente com a ciência.

Em vez do radicalismo imposto por uma interpretação liberal da Bíblia, as correntes mais liberais tendem a ver o texto bíblico de forma simbólica, como uma representação metafórica de acontecimentos e fatos passados com o intuito -dentre outros- de fornecer uma orientação moral para a população. (A questão da necessidade de um código moral de origem religiosa deixo para outro dia.)

Escuto pastores e rabinos afirmarem regularmente que é absurdo insistir que a Terra tenha menos de 10 mil anos ou que Adão e Eva surgiram da terra. Para um número cada vez maior de congregações, é fútil fechar os olhos para os avanços da ciência.

Para eles, a preservação dos valores religiosos, da coesão de suas congregações depende de uma modernização de suas posições de modo que possam refletir o mundo em que vivemos hoje e não aquele em que pessoas viviam há dois mil anos.

O mundo mudou, a sociedade mudou, a religião também deve mudar. Insistir na rigidez da ortodoxia é condenar a congregação a viver no passado, numa realidade incompatível com a sociedade moderna. Se o pastor ou rabino ortodoxo tem câncer e recebe terapia de radiação, ele deve saber que é essa mesma radiação que permite a datação de fósseis com centenas de milhões de anos. É hipocrisia aceitar a cura da radiação nuclear e ainda assim negar os seus outros usos.

Fechar os olhos para os avanços da ciência é escolher um retorno ao obscurantismo medieval, quando homens viviam suas vidas assombrados por espíritos e demônios, subjugados pelo medo a aceitar a proteção de Deus. A escolha por uma devoção religiosa -se é essa a sua escolha- não deveria ser produto do medo.

No fim de semana passado, a catedral de São Paulo em Melbourne, Austrália, ofereceu um simpósio sobre Darwin. Nos EUA, outro simpósio reuniu cerca de 800 pastores e rabinos para discutir modos de reconciliação entre ciência e religião. Parece que finalmente um novo diálogo está começando. Já era tempo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Tsunami museum opens in Indonesia




By Lucy Williamson
BBC News, Aceh

The museum is open but the exhibits have yet to go in

A museum commemorating the victims of the 2004 Asian tsunami has opened in the Indonesian province of Aceh.
It has been designed as a symbolic reminder of the disaster, as well as an educational centre.
It will also serve as an emergency disaster shelter in case the area is ever hit by a tsunami again.
Aceh was home to more than half the 240,000 people who died in the disaster. The outpouring of aid which followed was the largest in history.
Almost all that aid money has now been spent - gone to pay for more than 130,000 houses and thousands of kilometres of road, as well as bridges, schools, and other infrastructure.
But this new museum building, paid for by Aceh's Reconstruction Fund, breaks with the tradition of post-disaster construction.

Final contribution

Deeply original and heavy with symbolism, it stands out like a beacon in the provincial capital.
It is four storeys high, and built in the shape of a ship; its long curving walls covered in geometric Islamic reliefs.
From above, the roof resembles a tidal wave. And the ground floor is modelled on the kind of traditional raised Acehnese houses that were best equipped to survive the tsunami.
Inside, visitors enter through a dark, narrow corridor between two high walls of water - meant to recreate the noise and panic of the tsunami itself.
It might now be open, but it is still largely empty. The exhibits have not gone in yet. And that has not helped everyone here swallow the cost of it - $6.7m (£4.6m) already.
The man behind the original idea for the museum, Eddy Purwanto, admits a project this ambitious - and this expensive - could never have gone ahead while the majority of tsunami victims were still homeless.

But now the Reconstruction Agency is about to wrap up its work, he says it is what people wanted.

After all the regulation, post-disaster housing, and kilometre after kilometre of road, this is its final, dramatic contribution.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7905770.stm

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Concurso! A UnB abre SEIS vagas para Professor em Geofísica.....

Métodos Potenciais
Geofísica - Métodos Elétricos e Eletromagnéticos Aéreos
Geofísica - subárea de Estudos de Reservatórios e Análise de Bacias
Geofísica - subárea estudos ambientais, geotécnicos e de água subterrânea
Geofísica - Métodos de Exploração de Petróleo.
Geofísica Marinha
Mais informações http://www.cespe.unb.br/concursos/

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Bianchi no SIS

O Marcelo Bianchi esteve no Observatório Sismológico. Uma experiência formidável!! Obrigado Bianchi (Sismológos Visitem o site dele, está cheio de dicas e programas sismológicos).

Marcelo em sua sala

Bianchi, Kate e Cristiano

Conselho da UnB aprova curso de Geofísica

A Universidade de Brasília será uma das poucas instituições de ensino superior do país a oferecer graduação em Geofísica, ciência que estuda a estrutura e a composição da terra com cálculos da Física. O primeiro vestibular para o curso, que oferecerá 25 vagas por semestre, está previsto para julho e as aulas devem ter início no segundo semestre de 2009. A criação do bacharelado foi aprovada por unanimidade na reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da universidade, na tarde de quinta-feira, 12 de fevereiro, e o curso ainda deve ser liberado em encontro do Conselho Universitário (Consuni). A graduação é uma antiga demanda na instituição e no mercado de trabalho, afirmou durante o encontro de conselheiros a decana de Ensino de Graduação da UnB, Márcia Abrahão.

> Leia mais em www.secom.unb.br, UnB Agência.

Seismic Monitor - IRIS

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